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IV-UFG - 2026 - HAJ - Fisioterapia -
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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo feminino,82 anos, com diagnóstico de osteoporose (T-score -3,2 em coluna lombar), apresenta hipercifose torácica e queixa de dor na região dorsal há 6 meses. A avaliação postural revela anteriorização da cabeça, protração de ombros, encurtamento de músculos peitorais e fraqueza de extensores da coluna torácica. A radiografia descarta fraturas vertebrais recentes.
A abordagem fisioterapêutica indicada para esse quadro, considerando os princípios biomecânicos e a condição óssea da paciente, é
Paciente do sexo feminino,82 anos, com diagnóstico de osteoporose (T-score -3,2 em coluna lombar), apresenta hipercifose torácica e queixa de dor na região dorsal há 6 meses. A avaliação postural revela anteriorização da cabeça, protração de ombros, encurtamento de músculos peitorais e fraqueza de extensores da coluna torácica. A radiografia descarta fraturas vertebrais recentes.
A abordagem fisioterapêutica indicada para esse quadro, considerando os princípios biomecânicos e a condição óssea da paciente, é
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino,68 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) predominantemente enfisematosa, apresenta dispneia aos pequenos esforços, uso de musculatura acessória e tórax em tonel. A espirometria revela VEF1/CVF de 52% e VEF1 de 38% do previsto. A avaliação fisioterapêutica identifica padrão respiratório apical com tempo expiratório prolongado e autoPEEP.
O mecanismo fisiopatológico e a técnica respiratória indicada para esse paciente são, respectivamente,
Paciente do sexo masculino,68 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) predominantemente enfisematosa, apresenta dispneia aos pequenos esforços, uso de musculatura acessória e tórax em tonel. A espirometria revela VEF1/CVF de 52% e VEF1 de 38% do previsto. A avaliação fisioterapêutica identifica padrão respiratório apical com tempo expiratório prolongado e autoPEEP.
O mecanismo fisiopatológico e a técnica respiratória indicada para esse paciente são, respectivamente,
Leia o caso a seguir.
Criança do sexo feminino,5 anos, com diagnóstico de paralisia cerebral espástica bilateral (diparesia), classificada como GMFCS nível II, apresenta padrão de marcha em tesoura, pé equino bilateral e dificuldade na coordenação motora. A equipe multidisciplinar indica aplicação de toxina botulínica nos músculos adutores de quadril e tríceps sural, associada a um programa intensivo de fisioterapia.
O objetivo da associação entre a aplicação de toxina botulínica e a cinesioterapia é
Criança do sexo feminino,5 anos, com diagnóstico de paralisia cerebral espástica bilateral (diparesia), classificada como GMFCS nível II, apresenta padrão de marcha em tesoura, pé equino bilateral e dificuldade na coordenação motora. A equipe multidisciplinar indica aplicação de toxina botulínica nos músculos adutores de quadril e tríceps sural, associada a um programa intensivo de fisioterapia.
O objetivo da associação entre a aplicação de toxina botulínica e a cinesioterapia é
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino,55 anos, com diagnóstico de carcinoma espinocelular de laringe, foi submetido à laringectomia total há 4 semanas. Apresenta traqueostomia definitiva, acúmulo de secreções traqueais, tosse ineficaz e dificuldade de higiene brônquica. À ausculta pulmonar, observam-se roncos difusos bilateralmente.
Considerando as alterações anatomofuncionais póslaringectomia total, a conduta fisioterapêutica respiratória indicada é:
Paciente do sexo masculino,55 anos, com diagnóstico de carcinoma espinocelular de laringe, foi submetido à laringectomia total há 4 semanas. Apresenta traqueostomia definitiva, acúmulo de secreções traqueais, tosse ineficaz e dificuldade de higiene brônquica. À ausculta pulmonar, observam-se roncos difusos bilateralmente.
Considerando as alterações anatomofuncionais póslaringectomia total, a conduta fisioterapêutica respiratória indicada é:
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo feminino,58 anos, submetida a mastectomia com esvaziamento axilar há 8 meses, desenvolveu linfedema de membro superior direito estágio II, segundo classificação da Sociedade Internacional de Linfologia. A avaliação revela diferença de perímetro de 4 cm entre os membros, fibrose tecidual palpável, sinal de Stemmer positivo e relato de sensação de peso e desconforto no membro acometido.
A abordagem fisioterapêutica indicada para o tratamento do linfedema nessa paciente é
Paciente do sexo feminino,58 anos, submetida a mastectomia com esvaziamento axilar há 8 meses, desenvolveu linfedema de membro superior direito estágio II, segundo classificação da Sociedade Internacional de Linfologia. A avaliação revela diferença de perímetro de 4 cm entre os membros, fibrose tecidual palpável, sinal de Stemmer positivo e relato de sensação de peso e desconforto no membro acometido.
A abordagem fisioterapêutica indicada para o tratamento do linfedema nessa paciente é