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IV-UFG - 2026 - HAJ - Fisioterapia -
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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino,72 anos, com diagnóstico de câncer de próstata metastático com lesões ósseas em coluna lombar (L2, L4) e fêmur proximal direito, está em tratamento com hormonioterapia e radioterapia paliativa. Apresenta dor lombar moderada (EVA 5/10) e foi encaminhado para fisioterapia. A avaliação revela risco de fratura patológica conforme protocolo de Mirels (escore 9).
Considerando o risco de fratura patológica e os princípios da fisioterapia em cuidados paliativos oncológicos, a conduta indicada é
Paciente do sexo masculino,72 anos, com diagnóstico de câncer de próstata metastático com lesões ósseas em coluna lombar (L2, L4) e fêmur proximal direito, está em tratamento com hormonioterapia e radioterapia paliativa. Apresenta dor lombar moderada (EVA 5/10) e foi encaminhado para fisioterapia. A avaliação revela risco de fratura patológica conforme protocolo de Mirels (escore 9).
Considerando o risco de fratura patológica e os princípios da fisioterapia em cuidados paliativos oncológicos, a conduta indicada é
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino,45 anos, com diagnóstico de tuberculose pulmonar ativa confirmada por baciloscopia positiva, apresenta fraqueza muscular generalizada, fadiga e dispneia aos médios esforços. Após 15 dias de tratamento farmacológico com esquema básico, é encaminhado para fisioterapia. O paciente ainda apresenta baciloscopia positiva no escarro.
A conduta fisioterapêutica indicada, considerando o estado clínico e a infectocontagiosidade, é
Paciente do sexo masculino,45 anos, com diagnóstico de tuberculose pulmonar ativa confirmada por baciloscopia positiva, apresenta fraqueza muscular generalizada, fadiga e dispneia aos médios esforços. Após 15 dias de tratamento farmacológico com esquema básico, é encaminhado para fisioterapia. O paciente ainda apresenta baciloscopia positiva no escarro.
A conduta fisioterapêutica indicada, considerando o estado clínico e a infectocontagiosidade, é
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino,55 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca crônica classe funcional II (NYHA), é encaminhado para programa de reabilitação cardíaca. A avaliação inicial revela dispneia aos pequenos esforços, fadiga limitante e fração de ejeção de 38%. O fisioterapeuta prescreve programa de exercícios aeróbicos progressivos de intensidade moderada.
O mecanismo fisiológico que explica a melhora da capacidade funcional com o treinamento neste paciente é
Paciente do sexo masculino,55 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca crônica classe funcional II (NYHA), é encaminhado para programa de reabilitação cardíaca. A avaliação inicial revela dispneia aos pequenos esforços, fadiga limitante e fração de ejeção de 38%. O fisioterapeuta prescreve programa de exercícios aeróbicos progressivos de intensidade moderada.
O mecanismo fisiológico que explica a melhora da capacidade funcional com o treinamento neste paciente é
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino,68 anos, internado em UTI no primeiro dia de pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio, encontra-se sedado (RASS -3) e em ventilação mecânica invasiva. Durante a avaliação fisioterapêutica, observa-se diminuição da expansibilidade torácica à direita, acúmulo de secreções e risco de atelectasia.
A técnica propedêutica e o recurso terapêutico indicados para avaliar e tratar essa condição são, respectivamente,
Paciente do sexo masculino,68 anos, internado em UTI no primeiro dia de pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio, encontra-se sedado (RASS -3) e em ventilação mecânica invasiva. Durante a avaliação fisioterapêutica, observa-se diminuição da expansibilidade torácica à direita, acúmulo de secreções e risco de atelectasia.
A técnica propedêutica e o recurso terapêutico indicados para avaliar e tratar essa condição são, respectivamente,
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo feminino,45 anos, em tratamento quimioterápico para câncer de mama, apresenta fadiga oncológica intensa que interfere significativamente em suas atividades de vida diária. Relata cansaço desproporcional ao esforço realizado, que não melhora com repouso, e redução importante da qualidade de vida. A avaliação funcional revela diminuição da força muscular global e descondicionamento físico.
Considerando as evidências sobre o manejo da fadiga relacionada ao câncer, a conduta fisioterapêutica indicada é
Paciente do sexo feminino,45 anos, em tratamento quimioterápico para câncer de mama, apresenta fadiga oncológica intensa que interfere significativamente em suas atividades de vida diária. Relata cansaço desproporcional ao esforço realizado, que não melhora com repouso, e redução importante da qualidade de vida. A avaliação funcional revela diminuição da força muscular global e descondicionamento físico.
Considerando as evidências sobre o manejo da fadiga relacionada ao câncer, a conduta fisioterapêutica indicada é