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Para explicar o que entende por escola mista e coeducação, Auad (2016) cita o exemplo da distinção proposta por Maria Victoria Benevides entre os termos “educação para a democracia” e “educação democrática”. A educação democrática corresponde ao processo educacional permeado pelas regras democráticas durante seu desenvolvimento. Já a educação para a (e na) democracia ocupa-se da formação dos sujeitos para a vivência de valores republicanos e democráticos. Isso significa que a simples existência de uma educação democrática não garante a educação para a democracia. A partir desse exemplo, no que tange às relações de gênero na escola, Auad (2016) quer dizer que
Para Carvalho (2005), as barreiras humanas, materiais, financeiras, político-pedagógicas e organizacionais existentes serão removidas quando
Veiga (1996) enfatiza que a construção coletiva do projeto político-pedagógico é o caminho para uma nova organização da escola. Afirma ainda a autora que se a escola nutre-se da vivência cotidiana de cada um de seus membros, coparticipantes de sua organização do trabalho pedagógico, à administração central compete
Segundo Aguiar (2006), no âmbito da escola o exercício da participação que caracteriza a gestão democrática abre novas possibilidades de organização pedagógica que favorecem, de um lado, a instauração do respeito à individualidade do estudante e ao seu percurso de aprendizagem e, de outro lado, contribuem para o crescimento profissional dos educadores que partilham do trabalho coletivo. Nessa direção, o projeto político-pedagógico, construído de forma coletiva e participativa,
Para Aguiar (2006), no âmbito da escola, o exercício da participação que caracteriza a gestão democrática abre novas possibilidade de organização pedagógica. O conselho escolar, ao contribuir com a ampliação das oportunidades de aprendizagem dos estudantes, se fortalece como