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No período da Ditadura Militar no Brasil (1964-1985), a política educacional foi profundamente reestruturada para atender aos pressupostos do modelo de desenvolvimento econômico adotado pelo regime. Sob a influência do Acordo MEC-USAID e da doutrina de segurança nacional, consolidou-se a tendência pedagógica tecnicista. Considere as seguintes assertivas sobre as características da educação tecnicista nesse período:



I. O objetivo primordial da escola passou a ser a formação de recursos humanos qualificados e a instrumentalização dos indivíduos para o mercado de trabalho, priorizando a produtividade e a eficiência.


II. A organização do processo pedagógico centrou-se na objetividade, na racionalidade técnica e na neutralidade científica, em que o planejamento e a técnica se sobrepunham à subjetividade dos atores escolares.


III. A Reforma do Ensino de 1º e 2º graus (Lei nº 5.692/1971) estabeleceu a obrigatoriedade da profissionalização no ensino de 2º grau, visando conter a demanda de vagas no ensino superior e moldar a mão de obra jovem.


IV. A relação pedagógica na sala de aula era marcadamente horizontal e dialógica, com ênfase na livre expressão do estudante e no debate crítico das contradições socioeconômicas do país.



É correto o que se afirma em:

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Apesar de ser um texto literário, este faz um importante registro de como era a metodologia pedagógica do período mencionado. Diante disso, a partir da leitura do texto I e dos conhecimentos sobre a História da Educação no Brasil, fica evidente que no período abordado
A partir da análise da trajetória histórica da educação infantil no Brasil, observamos a evolução nesse processo, em que a criança passou a ser vista como um ser sócio-histórico. Considerando essa evolução, marque a alternativa correta:
A trajetória histórica da orientação educacional no Brasil revela profundas transformações na concepção do papel do orientador, desde sua origem vinculada ao taylorismo industrial e à orientação vocacional de cunho psicodiagnóstico, passando pela fase de adaptação social do estudante ao sistema escolar, até a perspectiva crítica e emancipatória que emerge a partir dos debates educacionais dos anos 1980. Considerando essa trajetória histórica e suas implicações para a identidade profissional contemporânea, crítica e emancipatória do orientador educacional, pode-se afirmar que a orientação educacional:
Segundo Érika Dias e Fátima Cunha de Ferreira Pinto, [...] o ato de educar é um processo constante na história de todas as sociedades, não é o mesmo em todos os tempos e lugares, e é, em sua essência, um processo social. Sobre as relações entre educação e sociedade, NÃO representa decorrências da concepção de Dias e Pinto: