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O planejamento escolar, por si só, não garante o processo de ensino e aprendizagem. A prática, o acúmulo de experiência docente e a formação continuada fazem do planejamento um momento de reflexão madura e de avaliação da própria atuação. Além disso, o planejamento deve ser pensado de forma integrada, considerando as diferentes dimensões do processo educativo. Com esse embasamento, percebe-se que o planejamento escolar:
I. Terá todos os seus elementos, objetivos, conteúdos, métodos e avaliação, independentes entre si, contribuindo para sua efetividade.
II. Será norte para as ações do professor, mas, ao mesmo tempo, flexível para se adaptar às necessidades e mudanças que surgirem durante o processo de ensino-aprendizagem.
III. Será revisto ao final cada ano letivo, considerando as necessidades de continuidade e permanência do planejado enquanto o ano letivo estiver sendo efetivado, evitando rupturas e descontinuidade.
IV. Contemplará atividades e conteúdos organizados de forma que um leve ao outro.
V. Estará alinhado com a realidade da sala de aula e com os objetivos educacionais, favorecendo propostas vagas ou genéricas.

Está correto o que se afirma apenas em
A inclusão escolar visa criar um ambiente educacional acolhedor e acessível que promova o desenvolvimento igualitário de todos os alunos, independentemente de suas diferenças ou necessidades especiais. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta desafios enfrentados pelos professores ao implementar o ensino colaborativo no contexto da inclusão escolar de alunos com deficiência mental:
Com o discurso da necessidade urgente de proporcionar formação continuada para os profissionais que atuam com crianças pequenas, muitos sistemas de ensino oferecem cursos esporádicos, de forma aligeirada, sem uma continuidade e sem uma base teórico-metodológica definida, gerando, como demonstram pesquisas na área da educação (KRAMER,2005), a desqualificação intelectual do profissional. Noutra direção, ao pensar em práticas de formação dirigidas aos profissionais da educação infantil, é necessário:
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Lendo a obra de Imbernón (2010), Susana compreendeu que, para esse autor, é necessária uma política de formação continuada de professores que trabalhe a partir do contexto escolar, da realidade na qual a escola existe, ou seja, que haja uma proposta concretizada a partir de princípios coletivos, regulados pelo diálogo, pelo debate, pelo consenso, num ambiente afetuoso que beneficie o trabalho cooperativo e rompa com o isolamento e com a não comunicação dos professores, fazendo com que a formação continuada leve em conta
Leonora, estudando para prestar concurso para supervisor de ensino, sentiu-se desafiada a refletir sobre a complexidade do ofício de ensinar, sobretudo com o compromisso de garantir, numa escola que agora, felizmente, é para todos, o “pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho” (artigo 2º da LDBEN, Lei nº 9.394/96). Em Macedo (2005), encontrou a reiteração de que a formação docente é indissociável da qualidade da educação escolar e, também, argumentos valorizando “contextos de formação continuada em que os professores podem refletir sobre seus esquemas de ação, atitudes, sentimentos, etc., praticados durante a aula”. Em Rios (2011), conseguiu compreender que a qualidade social que se pretende garantir, como direito, implica desenvolver a competência docente em suas dimensões: técnica, estética, ética e
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