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Um urbanista de Brusque (SC) está desenvolvendo um plano diretor que visa garantir que todos os cidadãos, independentemente de suas limitações físicas, sensoriais ou cognitivas, possam se deslocar pela cidade com autonomia e segurança. Ele precisa considerar os princípios da mobilidade inclusiva e as diretrizes estabelecidas pela legislação vigente para promover um ambiente urbano mais acessível.
A Secretaria de Mobilidade Urbana de Brusque (SC) está elaborando um plano para tornar o sistema de transporte público mais acessível a todos os cidadãos, incluindo idosos, pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O objetivo é garantir que todos possam se deslocar pela cidade com autonomia e segurança, em conformidade com as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana.
Um projeto de revitalização urbana em Brusque (SC) incluiu a implantação de rampas de acesso em calçadas, rebaixamento de guias em faixas de pedestres e a instalação de piso tátil em pontos estratégicos. Essas medidas visam garantir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam se deslocar com segurança e autonomia pela cidade.
Um cidadão com mobilidade reduzida em Brusque (SC) enfrenta dificuldades para utilizar o transporte público devido à falta de rampas de acesso adequadas nas paradas e elevadores funcionais nos ônibus. A Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei nº 12.587/2012) estabelece diretrizes para um sistema de transporte mais inclusivo.
Um cidadão com deficiência visual, portador de bengala verde, necessita se deslocar pela área urbana de Brusque (SC) utilizando o transporte público. Ao se aproximar do ponto de ônibus, ele percebe que a calçada está irregular e a sinalização sonora da faixa de pedestres não está funcionando. A empresa concessionária do transporte público e o poder público municipal devem garantir que as condições de acessibilidade e mobilidade sejam adequadas para todos os usuários, conforme os princípios da Política Nacional de Mobilidade Urbana.