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A NR-17 estabelece que a avaliação ergonômica preliminar das situações de trabalho deve ser registrada pela organização, visando adaptar as condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores para garantir conforto, segurança e desempenho eficiente, sendo vedado o transporte manual de cargas que possa comprometer a saúde ou segurança.
A acessibilidade em unidades de saúde se restringe à presença de rampas e corrimãos, não sendo necessário considerar adaptações na comunicação para pessoas com deficiência visual ou auditiva, pois estas devem buscar auxílio de terceiros.
Um Agente Comunitário de Saúde (ACS) atua em uma comunidade ribeirinha com saneamento básico precário e acesso limitado a bens e serviços essenciais. Durante suas visitas domiciliares, ele observa que muitas famílias cozinham com lenha em ambientes fechados e que a incidência de doenças respiratórias é elevada. Considerando os determinantes sociais da saúde, a atuação do ACS deve ir além do acompanhamento clínico.
A acessibilidade nos serviços de saúde públicos, conforme preconiza a legislação vigente, deve ser garantida em todas as suas dimensões, incluindo a eliminação de barreiras arquitetônicas, a disponibilização de recursos de comunicação acessíveis e a capacitação dos profissionais para o atendimento a pessoas com deficiência, promovendo a inclusão e a igualdade no acesso à saúde.
Um Agente Comunitário de Saúde (ACS) é responsável por uma microárea em Penápolis (SP) e, durante suas visitas, percebe um aumento significativo de idosos com dificuldades de locomoção e isolamento social. Muitos relatam falta de acesso a serviços básicos, como transporte para consultas médicas e dificuldade em realizar atividades cotidianas. A atuação do ACS, nesse contexto, deve priorizar: