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Situação hipotética: Ao comparar Atenas e Esparta no período clássico, um estudante conclui que, apesar de suas diferenças políticas, ambas eram sociedades escravistas nas quais uma parcela significativa da população era excluída da cidadania. Assertiva: A conclusão do estudante está correta.
As realizações extraordinárias da civilização greco-romana haviam sido propriedade de um pequeno estrato governante, inteiramente divorciado da produção. O trabalho manual era identificado com a servidão e era, por isso mesmo, degradante.
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, p.127. Adaptado)
Segundo Perry Anderson, um dos desdobramentos do contexto abordado pelo fragmento foi
Aponte a contribuição grega clássica que fundamenta práticas educacionais e políticas do Ocidente:
As cidades-estados gregas, surgidas entre os séculos VIII e VI a.C., constituíram unidades político-administrativas autônomas e representaram a consolidação de uma experiência política singular no Mediterrâneo antigo. Nesse contexto, analise criticamente as proposições abaixo e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa:

( ) A acrópole, espaço arquitetônico localizado em pontos elevados da pólis, articulava funções religiosas e militares, abrigando templos dedicados às divindades protetoras e servindo como ponto de resistência em situações de ataque, além de constituir um marco de identidade cívica.
( ) A estrutura social da pólis grega fundamentava-se em um ideal de igualdade plena, permitindo a participação política universal e irrestrita a todos os habitantes livres e estrangeiros residentes em seu território, configurando uma democracia integral.
( ) A economia das pólis articulava a produção agrícola, desenvolvida em pequenas propriedades, ao comércio marítimo no Mediterrâneo, atividade que não apenas assegurava o abastecimento de gêneros de primeira necessidade, mas também fomentava intercâmbios culturais com outras regiões.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Leia o texto a seguir.

Nos últimos anos os estudos relativos ao fim do Mundo Antigo e à Antiguidade Tardia ganharam novas perspectivas. Tais estudos comportam um recorte temporal compreendido entre os séculos IV e VIII da era cristã no Ocidente e revelam preceitos distintos daquela já, felizmente, distante da ideia que colocava tal período histórico como época de “barbárie” e “trevas”.


GREIN, Everton. Translatio ad mundus: a transformação do mundo romano e a antiguidade tardia. Elementos teóricos para uma perspectiva historiográfica. História da Historiografia — International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v.2, n.3, p.106–122,2009.

De acordo com o texto, como a historiografia recente tem caracterizado o período histórico conhecido como Antiguidade Tardia?