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Um servidor federal da UFC apresenta quadro de depressão grave. Segundo o Manual de Perícia Oficial em Saúde do Servidor, a perícia para concessão de licença deve:
Uma mulher de 58 anos, hipertensa e dislipidêmica, procura a Unidade Básica de Saúde relatando fadiga persistente e ansiedade em relação à sua saúde, após múltiplas consultas médicas nas últimas semanas. Foram solicitados diversos exames laboratoriais e cardiológicos, todos com resultados dentro ou ligeiramente fora da normalidade, e já foi submetida a ajustes de medicação sem melhora dos sintomas. Ela apresenta polimedicação, histórico de ansiedade e dificuldade de lidar com exames repetidos, relatando preocupação constante com sua saúde e insônia. O médico de família avalia o caso e percebe que o excesso de intervenções recentes e a complexidade clínica colocam a paciente em risco de efeitos adversos, ansiedade iatrogénica e sobrecarga do cuidado.

Considerando a situação acima descrita, aplicando seus conhecimentos sobre prevenção e ética médica, qual deverá ser a conduta mais adequada?
A solicitação dos pais deve ser integralmente atendida, pois o princípio da autonomia familiar é absoluto na pediatria, independentemente da proporcionalidade e do benefício clínico das intervenções propostas.
Paciente com sepse grave, múltiplas falências orgânicas, sem possibilidade de reversão da condição de saúde, internado na UTI. Família solicita escalonamento máximo do tratamento. Sobre a conduta ética nesse caso, assinale a alternativa correta.
Em um serviço de cuidados paliativos hospitalar, um paciente com doença avançada, alto risco de queda, delirium flutuante e prognóstico limitado apresenta episódios recorrentes de tentativa de deambulação sem supervisão. A equipe discute a aplicação de protocolos de segurança. Sobre a conduta eticamente mais adequada, assinale a alternativa correta.