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A transversalidade na Política Nacional de Humanização (PNH) preconiza que a assistência em saúde é um processo unidirecional, onde o profissional de saúde detém todo o conhecimento e o paciente deve apenas seguir as orientações sem questionamentos, garantindo assim a adesão ao tratamento.
Uma paciente em tratamento psiquiátrico relata ao seu enfermeiro que está se sentindo muito mal e que pensa em desistir da vida. O enfermeiro, com base em seus conhecimentos sobre comunicação terapêutica e avaliação de risco, precisa intervir de forma adequada para garantir a segurança da paciente e oferecer o suporte necessário. Ele se lembra da importância de ouvir atentamente e validar os sentimentos expressos pela paciente.
Um paciente de 65 anos, com diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus (DM) há mais de 10 anos, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para acompanhamento de rotina. Ele refere aderência parcial ao tratamento medicamentoso para HAS e relata episódios esporádicos de hipoglicemia, que ele mesmo trata com ingestão de açúcar. A equipe de enfermagem precisa avaliar o manejo dessas condições crônicas.
Um enfermeiro, ao prestar assistência a um paciente em surto psicótico, observa que o familiar presente demonstra grande apreensão e dificuldade em compreender a condição do paciente, fazendo comentários que aumentam o estresse do indivíduo. Considerando a importância da comunicação terapêutica em saúde mental, assinale a alternativa que descreve a abordagem mais adequada do enfermeiro.