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Com base na leitura do texto sobre a arte Kusiwa, um grupo de estudantes propôs um mapeamento das práticas culturais de seu território para compreender os sentidos das expressões locais, como festas, artesanatos, formas de vestir, de falar e de cozinhar. A professora aproveitou essa iniciativa para realizar uma avaliação processual e orientou que o mapeamento fosse realizado por meio de entrevistas com os moradores mais velhos do bairro. Ao relacionar essa proposta com os estudos da arte Kusiwa, o objetivo da atividade e o processo de avaliação são, respectivamente,
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Ao introduzir uma aula sobre patrimônio cultural brasileiro, um professor de História utilizou esse poema de Cora Coralina. Em seu planejamento, estava prevista uma avaliação diagnóstica, em que o
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Um professor do Ensino Médio pretende elaborar uma aula cujo tema é o papel da ciência para a saúde humana no território brasileiro. Nessa aula, o docente fará uma avaliação centrada no eixo cognitivo que prioriza a capacidade do estudante em aplicar o conhecimento em situações práticas utilizando como suporte os textos apresentados. Nesse contexto, qual habilidade da BNCC é adequada para fundamentar a avaliação?
O professor-filósofo e seus estudantes-filósofos-potenciais conformam um espaço comum de recriação no qual as perguntas se convertem em problemas que olham duas direções: para a singularidade de cada um no perguntar-se (e a busca pessoal de respostas) e para a universalidade do perguntar filosófico (e as respostas que os filósofos se deram ao longo do tempo). Em um curso filosófico, essas direções confluem e se alimentam mutuamente. O resultado possível desse encontro é que ensinar Filosofia, então, nunca terá garantias de que alguém “aprenda” a ser “um filósofo”, ao menos do modo como o professor deseja. O que um bom professor tentará fazer é criar as condições para que talvez se dê um “amor”.
CERLETTI, A. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica,2009 (adaptado).

Uma professora da 2ª série do Ensino Médio, ao compreender que o estudante é um filósofo em potencial, organiza suas aulas adotando a aprendizagem baseada em problemas como metodologia de ensino. Ao selecionar o modo de avaliar os estudantes, ela opta por um sistema no qual
A reflexão sobre o ensino de filosofia na Educação Básica envolve diferentes abordagens. Franklin Leopoldo e Silva, por exemplo, questiona se a História da Filosofia deve ser o centro ou apenas um referencial do currículo: como centro, organiza o conteúdo; como referencial, submete-se às questões filosóficas. Diante disso, pode-se considerar o desdobramento de três eixos curriculares: o histórico, que segue uma certa ordem centrada na produção das obras filosóficas, mas que pode se tornar enciclopédico; o temático, que aborda temas filosóficos próximos da vivência dos estudantes; e o problemático, que organiza o ensino em torno de problemas filosóficos, que, conforme Silvio Gallo, permite integrar tanto os temas quanto a História da Filosofia e convidar o estudante ao exercício de elaboração de conceitos filosóficos.

Conforme as propostas e diretrizes mais atuais do ensino de filosofia, espera-se que os estudantes se apropriem dos conteúdos desse componente curricular. Dessa forma, como parte dos processos de ensino e de aprendizagem, um tipo de avaliação pertinente é a