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A Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), estabelece diretrizes para a organização da atenção primária à saúde no SUS. Um dos pontos cruciais abordados é a composição e o dimensionamento das equipes de saúde da família.
Um gestor municipal de saúde de Campina Grande (PB) está revisando as diretrizes da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) para otimizar os serviços oferecidos à população. Ele se depara com a necessidade de compreender as características fundamentais da atenção básica no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme estabelecido pela legislação vigente.
Um paciente com suspeita de infecção bacteriana grave apresenta febre alta, rigidez na nuca e confusão mental. O médico solicita uma análise do líquido cefalorraquidiano (LCR) para auxiliar no diagnóstico diferencial entre meningite bacteriana e viral. A análise bioquímica do LCR revelou níveis elevados de lactato e uma contagem de leucócitos com predomínio de neutrófilos.
Um paciente chega à unidade de saúde com uma infecção bacteriana grave que requer ação rápida. O médico decide administrar o antibiótico por via intravenosa para garantir que o fármaco atinja a corrente sanguínea de forma imediata e com alta biodisponibilidade, evitando o metabolismo de primeira passagem e a etapa de absorção.