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O período regencial foi marcado pela abdicação do trono do então imperador Dom Pedro I e pela ascensão de seu sucessor Pedro de Alcântara, ainda uma criança, situação que tornava inviável sua real efetivação no poder. O país então passou a ser comandado por regentes até que Dom Pedro II atingisse sua maioridade. Entretanto, a disputa pelo controle do governo gerou uma grave crise política que culminou no surgimento de inúmeras revoltas pelo império. São revoltas do período regencial, EXCETO:
Duas coisas impressionam vivamente o viajante no alto Amazonas. Logo à primeira vista se percebe quanto é urgente a necessidade de uma população mais numerosa; em seguida se sente a necessidade de uma mais alta moralidade por parte dos brancos. Enquanto tais condições não forem satisfeitas, será bem difícil desenvolver os recursos desta região. (...). Não somente a população branca é muito escassa para suprir a tarefa que tem diante de si, como essa população não é menos pobre em qualidade do que reduzida em quantidade. Ela apresenta o singular fenômeno duma raça superior recebendo o cunho de uma raça inferior, de uma classe civilizada adotando os hábitos e rebaixando-se ao nível dos selvagens”. Agassiz, L.; Agassiz, E.C. Viagem ao Brasil,1865-1866. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial,2000, pp.237-239. (Texto adaptado)
O texto acima, uma passagem do relato de viagem dos naturalistas Luís e Elizabeth Agassiz, expõe uma das interpretações dos viajantes estrangeiros sobre a população amazônica no século XIX.
Considerando os conhecimentos sobre esse assunto e tomando o referido texto como ponto de partida, assinale a alternativa correta.
Historicamente, o primeiro passo para o advento do Parlamentarismo no Brasil, ocorreu na época do Império com:
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As revoltas do período regencial não se enquadram em uma moldura única. Elas tinham que ver com as dificuldades da vida cotidiana e as incertezas da organização política, mas cada uma delas resultou de realidades específicas, provinciais ou locais.

(Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo,2012. p.142)

O período regencial sucedeu à abdicação do imperador Pedro I, em 1831, e estendeu-se até o “golpe da maioridade” de Pedro II, em 1840. Pode-se citar, como exemplo das diferenças entre as rebeliões do período, o fato de algumas

D. Pedro I criou mais um poder, o quarto: o Poder Moderador, que era “delegado privativamente ao Imperador como chefe supremo da nação”. E mais: o artigo 99 determinava que “a pessoa do Imperador é inviolável e sagrada: ele não está sujeito a responsabilidade alguma”. Além disso, “o Imperador é o chefe do Poder Executivo”.

(Marco Antonio Villa. A história das Constituições brasileiras. São Paulo: Leya,2011. p.19)

O texto refere-se à primeira Constituição brasileira, na qual se destacava a