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Para responder à questão, leia um trecho adaptado de uma entrevista concedida pelo historiador pernambucano Evaldo Cabral de Mello ao Jornal do Commercio, de Recife, em 22 de janeiro de 2008, por ocasião do bicentenário da chegada da família real ao Brasil.
JORNAL DO COMMERCIO – O Brasil tem motivos para comemorar os 200 anos da chegada da família real?
EVALDO CABRAL DE MELLO – Só os cariocas. O Brasil ou é oito ou é oitenta. Há alguns anos, era oito: tinha grande êxito um filme que punha na tela antigos chavões sobre a presença da corte lusitana no Rio. Hoje estamos no oitenta: dom João VI passou de idiota régio a estadista ocidental.
JORNAL DO COMMERCIO – Se pudéssemos simplificar em duas palavras, a vinda da família real trouxe mais benefícios ou prejuízos para o Nordeste?
EVALDO CABRAL DE MELLO – Claro que prejuízos, e imediatos. Primeiro, a corte ficava muito mais perto, segundo, houve a espoliação das províncias promovida pela família real, em terceiro lugar, a presença de dom João era o esforço de um futuro regime centralizador, embora não se possa dizer que desde dom João o assunto já fosse de favas contadas.
Entre as reações à política estabelecida pela família real, é possível citar
JORNAL DO COMMERCIO – O Brasil tem motivos para comemorar os 200 anos da chegada da família real?
EVALDO CABRAL DE MELLO – Só os cariocas. O Brasil ou é oito ou é oitenta. Há alguns anos, era oito: tinha grande êxito um filme que punha na tela antigos chavões sobre a presença da corte lusitana no Rio. Hoje estamos no oitenta: dom João VI passou de idiota régio a estadista ocidental.
JORNAL DO COMMERCIO – Se pudéssemos simplificar em duas palavras, a vinda da família real trouxe mais benefícios ou prejuízos para o Nordeste?
EVALDO CABRAL DE MELLO – Claro que prejuízos, e imediatos. Primeiro, a corte ficava muito mais perto, segundo, houve a espoliação das províncias promovida pela família real, em terceiro lugar, a presença de dom João era o esforço de um futuro regime centralizador, embora não se possa dizer que desde dom João o assunto já fosse de favas contadas.
Entre as reações à política estabelecida pela família real, é possível citar
Após a Independência, o processo de formação do Estado Nacional no Brasil foi marcado
Considere as afirmações acerca de movimentos sociais ocorridos na Bahia, nos séculos X V I I I e X IX .
I . A Revolta dos Malês, liderada por escravos muçulmanos e contando com a adesão de mestiços e intelectuais baianos, pleiteava o fim da escravidão.
II . A Conjuração Baiana ou Revolta dos Alfaiates, de 1798, inspirou-se nos ideais da Revolução Francesa e pregava o fim da escravidão.
I I I . A Sabinada, rebelião liderada por escravos contra o governo central, contava com a participação de comerciantes e artesãos de Salvador.
IV. A Guerra de Canudos ficou marcada pela resistência dos sertanejos, liderados por Antônio Conselheiro, na luta contra as tropas enviadas para combatê-los.
Está correto o que se afirma em
I . A Revolta dos Malês, liderada por escravos muçulmanos e contando com a adesão de mestiços e intelectuais baianos, pleiteava o fim da escravidão.
II . A Conjuração Baiana ou Revolta dos Alfaiates, de 1798, inspirou-se nos ideais da Revolução Francesa e pregava o fim da escravidão.
I I I . A Sabinada, rebelião liderada por escravos contra o governo central, contava com a participação de comerciantes e artesãos de Salvador.
IV. A Guerra de Canudos ficou marcada pela resistência dos sertanejos, liderados por Antônio Conselheiro, na luta contra as tropas enviadas para combatê-los.
Está correto o que se afirma em
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A abolição da escravidão no Brasil garantiu a efetiva inclusão social dos antigos escravos e de seus descendentes.
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Embora o Brasil tenha avançado bastante, ainda persistem no país históricas desigualdades sociais e regionais.