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“A Colônia se diversificava. As formas de ocupação que haviam garantido a presença portuguesa entre os séculos XVI e XVII, ou seja, o latifúndio e a monocultura, passaram a conviver crescentemente com outras atividades econômicas.” (Del priore, Mary. Venâncio, Renato. Uma breve história do Brasil. São Paulo. Planeta.2010. p.135).

Avalie as proposições a seguir, considerando a realidade sócio-economica da América portuguesa.


I- A vida urbana trouxe para a cena vários atores, entre eles os ciganos. Só não há registro, neste espaço, de artesãos, devido à proibição da metrópole da colônia ter sua própria produção.


II- Um intricado mundo de comerciantes dominava as várias áreas da América portuguesa. Sua imensidão territorial gerou, contudo, o aparecimento de comerciantes volantes, gente acostumada a percorrer grandes distâncias levando seus produtos em uma ou outra direção. A maioria branca, nascida no Brasil.


III- Em Salvador, no início do século XIX, um dado digno de registro é que não há na capital baiana a presença de indigentes mendigando em suas ruas devido a ser um centro administrativo onde centralizava recursos.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

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A Confederação do Equador teve como figura central Frei Caneca, um intelectual erudito e homem de ação, devido a contrariedade aos atos de D. Pedro I à época, Manuel de Carvalho proclamou a Confederação do Equador, a 2 de julho de 1824. Sobre a Confederação do Equador assinale a alternativa correta.
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As revoltas no Brasil Império se caracterizaram em sua maioria como separatistas. Assinale a alternativa que apresenta a qual contexto esse caráter estava ligado.
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Quanto à primeira Constituição do Brasil, outorgada por D. Pedro I em 25 de março de 1824, é correto afirmar que
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Leia o excerto a seguir.
“Em Pernambuco, em 2 de julho, estoura a Confederação do Equador, que representava uma primeira reação das províncias do Nordeste: Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Pará. A execução dos líderes do movimento gerou descontentamento e um novo nacionalismo, cada vez mais misturado com evidentes manifestações de antilusitanismo.”
SCHWARCZ, L. M. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos.2. ed. São Paulo, SP: Companhia das Letras,1999. p.48
A historiadora Lilian Schwarcz contextualiza uma passagem importante da política brasileira do século 19 e faz menção à (ao)
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