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Após planejar uma sequência didática sobre
desigualdade socioespacial nas grandes cidades
para uma turma do ensino médio, a professora de
geografia decidiu propor aos estudantes um
projeto interdisciplinar envolvendo as disciplinas
de sociologia e filosofia. O projeto teve como ponto
de partida uma saída de campo para observar
diferentes áreas do entorno da escola,
identificando contrastes urbanos, como moradias
precárias próximas a bairros valorizados. Com
base nas observações e em dados de mapas,
gráficos e reportagens, os alunos foram orientados
a produzir uma análise crítica da realidade local,
relacionando-a com conceitos como segregação
socioespacial, cidadania e justiça social. Durante
as aulas, a professora incentivou o uso de
argumentos fundamentados, a comparação com
outras realidades e a construção de propostas para
a melhoria das condições de vida da população
local. Ao final, os estudantes apresentaram seus
trabalhos em forma de seminários, com espaço
para debate e reflexão coletiva.
Com base no exposto e nos objetivos da área de ciências humanas e sociais aplicadas no ensino médio, é correto afirmar que
Com base no exposto e nos objetivos da área de ciências humanas e sociais aplicadas no ensino médio, é correto afirmar que
Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais
para o ensino médio, assinale a alternativa correta.
Durante uma aula de geografia, o professor
entregou aos alunos uma cópia do mapa político
do Brasil e solicitou que o copiassem no caderno,
colorissem os estados com cores diferentes e
escrevessem os nomes das capitais. A atividade
foi realizada com o objetivo de fazer com que os
alunos decorassem os nomes dos estados
brasileiros e a sua localização. Considerando a
ação do professor e os apontamentos presentes
nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)
para disciplina de geografia, é correto afirmar que
A proposta do Referencial Curricular Gaúcho para
o ensino de geografia destaca a importância da
articulação entre a ciência geográfica e a reflexão
pedagógica. Essa articulação se desenvolve, entre
outros aspectos,
Quadro de artistas musicais indígenas contemporâneos elaborado
a partir de Ferreira Camargo (2021)
1 Brô MCs, o primeiro grupo de rap indígena do Brasil, formado em Dourados (MS), em 2008, por jovens Guarani-Kaiowá, com músicas que misturam português e guarani.
2 Arandu Arakuaa, banda de metal indígena, formada em Brasília (DF), em 2008, com músicas em tupi, xerente e xavante.
3 Oz Guarani (2015) e Wera Trap MC (2011), ambos Guarani Mbya, da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo (SP), que integravam o extinto Xondaro’s (2009), primeiro grupo de rap indígena de São Paulo.
4 Kaê Guajajara, rapper e escritora Guajajara, natural do Maranhão, mora atualmente no Rio de Janeiro (RJ) e integra o coletivo Aldeia Maracanã.
5 Kunumi MC, rapper solo e escritor publicado desde 2014, Guarani da Aldeia Krukutu, entre São Bernardo do Campo e São Paulo (SP).
6 Katú Mirim, rapper desde 2017, Boe-Bororo nascida e criada em Campo Limpo Paulista (SP), faz música em guarani e em português, começando a escrever músicas em bororo.
7 Djuena Tikuna, cantora, jornalista, pesquisadora da música Tikuna, com músicas em língua tikuna.
8 Androyde Sem Par, banda formada no Rio Grande do Norte e radicada em São Paulo, que busca resgatar a memória indígena no RN.
9 Nory Kayapó, funkeiro Kayapó do Pará, faz funk consciente em língua kayapó sobre o jeito de viver e amar de seu povo.
10 Brisa Flow, artista Mapuche, filha de imigrantes chilenos. Mineira de Sabará, é MC, rapper, musicista e cantora que discute as vivências da mulher indígena em contextos urbanos, em português e espanhol.
FERREIRA CAMARGO, L. Contemporary Brazilian Indigenous Artists’ Discourse: Music, Survival, and Linguistic Resistance. Cadernos de Linguística, n. 2, 2021.
Considerando o quadro de artistas indígenas, selecione a afirmação que proponha uma prática pedagógica para o ensino da música que valorize histórias, culturas e produções artísticas dos povos indígenas.
1 Brô MCs, o primeiro grupo de rap indígena do Brasil, formado em Dourados (MS), em 2008, por jovens Guarani-Kaiowá, com músicas que misturam português e guarani.
2 Arandu Arakuaa, banda de metal indígena, formada em Brasília (DF), em 2008, com músicas em tupi, xerente e xavante.
3 Oz Guarani (2015) e Wera Trap MC (2011), ambos Guarani Mbya, da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo (SP), que integravam o extinto Xondaro’s (2009), primeiro grupo de rap indígena de São Paulo.
4 Kaê Guajajara, rapper e escritora Guajajara, natural do Maranhão, mora atualmente no Rio de Janeiro (RJ) e integra o coletivo Aldeia Maracanã.
5 Kunumi MC, rapper solo e escritor publicado desde 2014, Guarani da Aldeia Krukutu, entre São Bernardo do Campo e São Paulo (SP).
6 Katú Mirim, rapper desde 2017, Boe-Bororo nascida e criada em Campo Limpo Paulista (SP), faz música em guarani e em português, começando a escrever músicas em bororo.
7 Djuena Tikuna, cantora, jornalista, pesquisadora da música Tikuna, com músicas em língua tikuna.
8 Androyde Sem Par, banda formada no Rio Grande do Norte e radicada em São Paulo, que busca resgatar a memória indígena no RN.
9 Nory Kayapó, funkeiro Kayapó do Pará, faz funk consciente em língua kayapó sobre o jeito de viver e amar de seu povo.
10 Brisa Flow, artista Mapuche, filha de imigrantes chilenos. Mineira de Sabará, é MC, rapper, musicista e cantora que discute as vivências da mulher indígena em contextos urbanos, em português e espanhol.
FERREIRA CAMARGO, L. Contemporary Brazilian Indigenous Artists’ Discourse: Music, Survival, and Linguistic Resistance. Cadernos de Linguística, n. 2, 2021.
Considerando o quadro de artistas indígenas, selecione a afirmação que proponha uma prática pedagógica para o ensino da música que valorize histórias, culturas e produções artísticas dos povos indígenas.