Questões de Concurso
Filtrar
1.563 Questões de concurso encontradas
Página 40 de 313
Questões por página:
Questões por página:
Concurso:
D - ProPNva Nacional Docente
Disciplina:
Pedagogia
Além de estar articulado com a proposta curricular, o planejamento de uma aula deve apresentar coerência entre unidade temática, objeto de conhecimento, objetivo, estratégia de ensino e avaliação. Com o intuito de contemplar a habilidade da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) “(EF35EF13) Experimentar, fruir e recriar diferentes lutas presentes no contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana”, o professor de Educação Física elaborou o seguinte plano de aula voltado para estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental:
Unidade temática: Lutas.
Objeto de conhecimento: Lutas de matriz indígena e africana.
Objetivo: Analisar criticamente preconceitos, estereótipos e relações de poder presentes nos elementos corporais, rítmicos, musicais, históricos e culturais da capoeira.
Estratégias de ensino: Na conversa inicial, resgatar o que foi desenvolvido na aula anterior sobre os elementos históricos da capoeira e apresentar uma sequência de questões problematizadoras relacionadas aos movimentos corporais nela presentes, com o intuito de explorar o conhecimento dos estudantes. Propor uma atividade que consiste em representar a fuga para o quilombo, a fim de expressar o processo de resistência que constituiu os quilombos. Desafiar os estudantes a criarem estratégias para passar de um lado para o outro da quadra sem ser capturado por outro estudante, o qual, por sua vez, poderá se deslocar apenas na região central desse espaço.
Avaliação: Ao final da aula, questionar os estudantes sobre os movimentos realizados e solicitar que eles compartilhem suas percepções e seus conhecimentos, valendo-se de algumas questões, como: Você teve alguma dificuldade durante a aula? O que você fez para superar essa dificuldade? Quais movimentos corporais realizados se assemelham aos movimentos da capoeira?
Considerando a situação descrita e a coerência entre os elementos do planejamento pedagógico, o objetivo está alinhado com o(a)
Unidade temática: Lutas.
Objeto de conhecimento: Lutas de matriz indígena e africana.
Objetivo: Analisar criticamente preconceitos, estereótipos e relações de poder presentes nos elementos corporais, rítmicos, musicais, históricos e culturais da capoeira.
Estratégias de ensino: Na conversa inicial, resgatar o que foi desenvolvido na aula anterior sobre os elementos históricos da capoeira e apresentar uma sequência de questões problematizadoras relacionadas aos movimentos corporais nela presentes, com o intuito de explorar o conhecimento dos estudantes. Propor uma atividade que consiste em representar a fuga para o quilombo, a fim de expressar o processo de resistência que constituiu os quilombos. Desafiar os estudantes a criarem estratégias para passar de um lado para o outro da quadra sem ser capturado por outro estudante, o qual, por sua vez, poderá se deslocar apenas na região central desse espaço.
Avaliação: Ao final da aula, questionar os estudantes sobre os movimentos realizados e solicitar que eles compartilhem suas percepções e seus conhecimentos, valendo-se de algumas questões, como: Você teve alguma dificuldade durante a aula? O que você fez para superar essa dificuldade? Quais movimentos corporais realizados se assemelham aos movimentos da capoeira?
Considerando a situação descrita e a coerência entre os elementos do planejamento pedagógico, o objetivo está alinhado com o(a)
A fim de cumprir a Lei n.14 986/2024, que inclui na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) a “obrigatoriedade de abordagens fundamentadas nas experiências e nas perspectivas femininas nos conteúdos curriculares do ensino fundamental e médio”, um professor do Ensino Médio apresentou aos estudantes dados do Relatório “Em direção à equidade de gênero no Brasil” sobre a participação de mulheres em publicações científicas no Brasil entre 2018 e 2022
Participação feminina em cada área do conhecimento para publicações com autores no Brasil no período 2018 a 2022.
Disponível em: www.static.poder360.com.br. Acesso em: 29 jul.2025 (adaptado).
Os dados do gráfico seguem a classificação de áreas de pesquisa das revistas científicas em que as publicações foram editadas e revelam marcante presença feminina em áreas como Enfermagem (80%) e Psicologia (61%), mas baixos índices em Matemática (19%), Ciência da Computação (21%) e Engenharia (24%).
A partir desse material, a proposta pedagógica que representa uma ação do professor para estimular a equidade de gênero nas áreas do conhecimento é
Participação feminina em cada área do conhecimento para publicações com autores no Brasil no período 2018 a 2022.
Disponível em: www.static.poder360.com.br. Acesso em: 29 jul.2025 (adaptado).
Os dados do gráfico seguem a classificação de áreas de pesquisa das revistas científicas em que as publicações foram editadas e revelam marcante presença feminina em áreas como Enfermagem (80%) e Psicologia (61%), mas baixos índices em Matemática (19%), Ciência da Computação (21%) e Engenharia (24%).
A partir desse material, a proposta pedagógica que representa uma ação do professor para estimular a equidade de gênero nas áreas do conhecimento é
TEXTO 1
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino destinada a pessoas que não estão inseridas na educação regular por motivos diversos. Nesse contexto educacional, esse estudante possui uma história de vida, sobretudo por ser, efetivamente, um sujeito ativo nas esferas sociais.
PEREIRA, P. F.; REINALDO, M. A. G. Ensino-aprendizagem de charge na EJA: uma experiência no contexto de estágio supervisionado. III CINTED (adaptado).
TEXTO 2
As concepções restritas veem a EJA apenas em seu caráter marginal e secundário, camuflando os aspectos políticos, culturais e pedagógicos. Sob uma abordagem sistêmica, a EJA é tratada como parte da história da educação do país e, como tal, uma modalidade importante no processo de democratização do direito à educação.
ALMEIDA, A. EJA: uma educação para o trabalho ou para a classe trabalhadora?
Revista Brasileira de Educação de Jovens e Adultos,2016 (adaptado).
Considerando os textos 1 e 2, a alternativa que apresenta uma ação pedagógica condizente com a abordagem sistêmica da EJA é
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino destinada a pessoas que não estão inseridas na educação regular por motivos diversos. Nesse contexto educacional, esse estudante possui uma história de vida, sobretudo por ser, efetivamente, um sujeito ativo nas esferas sociais.
PEREIRA, P. F.; REINALDO, M. A. G. Ensino-aprendizagem de charge na EJA: uma experiência no contexto de estágio supervisionado. III CINTED (adaptado).
TEXTO 2
As concepções restritas veem a EJA apenas em seu caráter marginal e secundário, camuflando os aspectos políticos, culturais e pedagógicos. Sob uma abordagem sistêmica, a EJA é tratada como parte da história da educação do país e, como tal, uma modalidade importante no processo de democratização do direito à educação.
ALMEIDA, A. EJA: uma educação para o trabalho ou para a classe trabalhadora?
Revista Brasileira de Educação de Jovens e Adultos,2016 (adaptado).
Considerando os textos 1 e 2, a alternativa que apresenta uma ação pedagógica condizente com a abordagem sistêmica da EJA é
Li uma história de um pesquisador europeu no começo do século XX que estava nos EUA e chegou a um território dos hopi. Ele tinha pedido que alguém daquela aldeia facilitasse o encontro dele com uma anciã que ele queria entrevistar. Quando foi encontrá-la, ela estava parada perto de uma rocha. Estava conversando com a irmã dela: uma pedra. Assim como aquela senhora hopi que conversava com a pedra, sua irmã, tem um monte de gente que fala com montanhas.
Por que essas narrativas não nos entusiasmam? Por que elas vão sendo esquecidas e apagadas em favor de uma narrativa globalizante, superficial, que quer contar a mesma história para a gente?
KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras,2020 (adaptado).
Para contemplar a reflexão de Ailton Krenak, os professores da Educação Básica devem considerar na elaboração de um plano de ensino os conhecimentos
Por que essas narrativas não nos entusiasmam? Por que elas vão sendo esquecidas e apagadas em favor de uma narrativa globalizante, superficial, que quer contar a mesma história para a gente?
KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras,2020 (adaptado).
Para contemplar a reflexão de Ailton Krenak, os professores da Educação Básica devem considerar na elaboração de um plano de ensino os conhecimentos
Na obra Documentos de identidade: uma introdução às teorias de currículo, Tomaz Tadeu da Silva argumenta que as vertentes teóricas crítica e pós-crítica do currículo emergem como reações às limitações da teoria tradicional, que concebe o currículo como um conjunto neutro de conteúdos organizados para transmissão de conhecimento e mensuração do desempenho.
A teoria crítica recusa a pretensa neutralidade do currículo e entende que ele é atravessado por relações de poder. Explora a ideia de que a escola pode reproduzir desigualdades, mas também pode combatê-las. Valoriza a conscientização dos estudantes sobre os mecanismos sociais e históricos que estruturam essas desigualdades.
A teoria pós-crítica, embora também rejeite o modelo tradicional, desloca a análise para a esfera discursiva e cultural, questionando as verdades universais e focalizando a construção das identidades, das subjetividades e das diferenças. Nesse sentido, o currículo é um texto cultural que produz significados sobre o mundo e os sujeitos.
Com base no exposto, qual estratégia pedagógica desenvolvida com os estudantes está alinhada à teoria crítica de currículo?
A teoria crítica recusa a pretensa neutralidade do currículo e entende que ele é atravessado por relações de poder. Explora a ideia de que a escola pode reproduzir desigualdades, mas também pode combatê-las. Valoriza a conscientização dos estudantes sobre os mecanismos sociais e históricos que estruturam essas desigualdades.
A teoria pós-crítica, embora também rejeite o modelo tradicional, desloca a análise para a esfera discursiva e cultural, questionando as verdades universais e focalizando a construção das identidades, das subjetividades e das diferenças. Nesse sentido, o currículo é um texto cultural que produz significados sobre o mundo e os sujeitos.
Com base no exposto, qual estratégia pedagógica desenvolvida com os estudantes está alinhada à teoria crítica de currículo?