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Em países em desenvolvimento, como o Brasil, doenças
cardiovasculares atingiram mais de três quartos das causas de
morte em 2015. Reconhecidas como um dos principais fatores
de risco para a doença arterial coronariana, as dislipidemias
contribuem de modo significativo para o desenvolvimento da
placa aterosclerótica e têm influência potencial na sua
instabilização. A intervenção nutricional deve ser a primeira
medida não farmacológica a ser adotada no tratamento das
dislipidemias e deve ser considerada parte da mudança de
estilo de vida e não uma estratégia passageira. Sobre as
recomendações para a dieta de um indivíduo com
dislipidemia, pode-se afirmar que
Os pacientes oncológicos submetidos ao
tratamento antineoplásico apresentam sinais e
sintomas que contribuem para redução da
aceitação da alimentação favorecendo o déficit
calórico e aumentando o risco de complicações
da doença, para amenizar tais efeitos, existem
as estratégias de manejo nutricional. Em
relação aos aspectos levantados, é correto
afirmar que:
O objetivo da terapia nutricional em pacientes
com câncer crítico é:
A Doença Arterial Coronariana (DAC) é a mais
comum causa de morte em mulheres na
pós-menopausa, maior do que casos de câncer
de mama ou outro câncer ginecológico. Neste
contexto analise as afirmativas abaixo.
I. Os Fatores de Risco (FR) tradicionais para DAC incluem idade, tabagismo, estilo de vida sedentário, má alimentação, Índice de Massa Corporal (IMC) elevado, Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), Diabetes Mellitus (DM), Dislipidemia (DLP) e história familiar de DAC.
II. Estudos demonstraram que o estradiol apresenta propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. A deficiência de estrogênio regula positivamente o estresse oxidativo ou inflamação sistêmica, levando à diminuição da função endotelial.
III. Os efeitos adversos dos medicamentos anti-hipertensivos são relatados com mais frequência em mulheres, em especial na menopausa, como a tosse induzida por inibidores da enzima de conversão da angiotensina, o edema de tornozelo com bloqueadores dos canais de cálcio, a hipocalemia e a hiponatremia com diuréticos.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
I. Os Fatores de Risco (FR) tradicionais para DAC incluem idade, tabagismo, estilo de vida sedentário, má alimentação, Índice de Massa Corporal (IMC) elevado, Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), Diabetes Mellitus (DM), Dislipidemia (DLP) e história familiar de DAC.
II. Estudos demonstraram que o estradiol apresenta propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. A deficiência de estrogênio regula positivamente o estresse oxidativo ou inflamação sistêmica, levando à diminuição da função endotelial.
III. Os efeitos adversos dos medicamentos anti-hipertensivos são relatados com mais frequência em mulheres, em especial na menopausa, como a tosse induzida por inibidores da enzima de conversão da angiotensina, o edema de tornozelo com bloqueadores dos canais de cálcio, a hipocalemia e a hiponatremia com diuréticos.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
Concurso:
Prefeitura de Curitiba - PR
Disciplina:
Nutrição
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
I. A dietoterapia do indivíduo idoso com diabetes envolve a seguinte recomendação: carboidratos devem permanecer entre 55% das necessidades energéticas totais, 30% de lipídeos, 15% de proteínas (1,0 a 1,2g por kg/peso) e 14 g de fibras dietéticas/1000 Kcal ao dia.
II. A recomendação de ingestão proteica no paciente idoso oncológico deve ser baseada na condição clínica, estado nutricional e estadiamento da doença. Considerar sempre uma oferta proteica acima de 1,0 g/Kg/dia. Pacientes com algum grau de desnutrição, deve-se aumentar a oferta proteica para 1,2 a 1,5 g por Kg/dia.
III. Para a pessoa idosa com sarcopenia, a melhor fonte proteica para manter a massa muscular no idoso é aquela com maior digestibilidade e absorção e com maior disponibilidade de aminoácidos pós-prandial. A proteína do soro do leite preenche esses critérios e ainda, por ser rico em leucina, se torna um potente ativador da sinalização anabólica no músculo esquelético. Contudo, as proteínas ofertadas na forma líquida são menos eficientes que proteínas na forma sólida.
IV. As recomendações de ingestão energética e proteica para idosos obesos devem ser individualizadas, considerando o nível de atividade física, comorbidades associadas e tolerância. Recomenda-se utilizar 30 Kcal por kg/dia e aplicar redução calórica moderada de 1000 Kcal/dia, assegurando uma ingestão proteica de 1,2 a 2,0 g por kg de peso corporal ao dia.
I. A dietoterapia do indivíduo idoso com diabetes envolve a seguinte recomendação: carboidratos devem permanecer entre 55% das necessidades energéticas totais, 30% de lipídeos, 15% de proteínas (1,0 a 1,2g por kg/peso) e 14 g de fibras dietéticas/1000 Kcal ao dia.
II. A recomendação de ingestão proteica no paciente idoso oncológico deve ser baseada na condição clínica, estado nutricional e estadiamento da doença. Considerar sempre uma oferta proteica acima de 1,0 g/Kg/dia. Pacientes com algum grau de desnutrição, deve-se aumentar a oferta proteica para 1,2 a 1,5 g por Kg/dia.
III. Para a pessoa idosa com sarcopenia, a melhor fonte proteica para manter a massa muscular no idoso é aquela com maior digestibilidade e absorção e com maior disponibilidade de aminoácidos pós-prandial. A proteína do soro do leite preenche esses critérios e ainda, por ser rico em leucina, se torna um potente ativador da sinalização anabólica no músculo esquelético. Contudo, as proteínas ofertadas na forma líquida são menos eficientes que proteínas na forma sólida.
IV. As recomendações de ingestão energética e proteica para idosos obesos devem ser individualizadas, considerando o nível de atividade física, comorbidades associadas e tolerância. Recomenda-se utilizar 30 Kcal por kg/dia e aplicar redução calórica moderada de 1000 Kcal/dia, assegurando uma ingestão proteica de 1,2 a 2,0 g por kg de peso corporal ao dia.