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Uma senhora de 85 anos, usuária do Sistema Único de Saúde (SUS), procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) com queixas de dificuldade de locomoção e isolamento social. Ela relata que seus filhos moram em outra cidade e que seus vizinhos raramente a visitam. A equipe de saúde, incluindo o Agente Comunitário de Saúde (ACS), precisa elaborar um plano de cuidado integral para essa paciente.
Um Agente de Combate às Endemias (ACE) em São José de Ribamar (MA) atende em sua visita domiciliar um idoso com dificuldade de locomoção que reside sozinho e apresenta sinais de desnutrição e isolamento social. Considerando os direitos e as particularidades da saúde da pessoa idosa, qual a conduta mais apropriada para o ACE neste cenário?
O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Ilhéus (BA) está implementando um novo programa de apoio a idosos com deficiência, visando garantir seus direitos e promover sua autonomia. O programa inclui acompanhamento social, atividades de reabilitação e acesso facilitado a serviços de saúde. A equipe do CRAS deve considerar os princípios do SUS para a efetivação dessas ações.
O Estatuto do Idoso assegura aos cidadãos com 60 anos ou mais o direito à prioridade no atendimento em todos os serviços de saúde, incluindo a marcação de consultas e exames, e determina que o Agente Comunitário de Saúde deve apenas registrar a presença do idoso na unidade, sem a necessidade de acompanhamento domiciliar ou orientação específica sobre suas necessidades de saúde.
Um idoso residente em Caicó (RN) procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando dificuldades em realizar suas atividades diárias, como se vestir e tomar banho, além de sentir-se isolado socialmente. Ele também menciona que sua aposentadoria mal cobre as despesas básicas, o que o impede de adquirir medicamentos de uso contínuo.