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Homem de 48 anos busca atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) para reiniciar tratamento para tuberculose. Paciente refere que iniciou o tratamento poliquimioterápico há 6 meses, quando foi diagnosticado com tuberculose; porém, há 2 meses, interrompeu o acompanhamento na sua unidade de origem devido ao uso de substâncias psicoativas. Ele se mudou para o território da unidade há 15 dias e foi visitado pelo agente comunitário, que o orientou a procurar atendimento médico para avaliação e retomada do tratamento. Foram solicitados, inicialmente, o teste rápido molecular para tuberculose (TRM-TB), baciloscopia de escarro e radiografia de tórax.
Qual a conduta adequada para esse caso?
Homem de 34 anos se dirige à Unidade Básica de Saúde (UBS) com febre (38,5 °C), dores de moderada intensidade e manchas no corpo há 3 dias. No dia da consulta, iniciou com dores abdominais e vômitos incontroláveis. Exame físico: prostrado, mucosas coradas, extremidades bem perfundidas. Pressão arterial de 120 x 80 mmHg; frequência respiratória de 16 irpm; frequência cardíaca de 80 bpm. Leve dor à palpação abdominal, sem outras alterações.
Qual a hipótese diagnóstica e o manejo, respectivamente?
Menino de 4 anos é levado a unidade básica de saúde (UBS) por sua mãe, que relata que ele está com tosse persistente há mais de 3 semanas, febre baixa no final da tarde, cansaço e perda de apetite. Além dos pais, o menino reside também com o avô diagnosticado com tuberculose há 2 meses.
Com base nos protocolos do Ministério da Saúde, a conduta para este caso é 
Homem de 48 anos é encaminhado a um hospital para investigação de febre persistente. Na história patológica pregressa, o paciente apresenta diagnóstico de retocolite ulcerativa. À fundoscopia direita, é identificada lesão arredondada com borda eritematosa e centro pálido, medindo cerca de 8 mm de diâmetro. Durante o exame físico, além de palidez cutaneomucosa leve e sopro cardíaco sistólico de baixa intensidade, são constatadas hemorragias subungueais em alguns quirodáctilos.
Com base nesses achados clínicos, a hipótese diagnóstica mais provável é de 
Homem de 50 anos, agricultor, procura atendimento médico na unidade básica de saúde (UBS) após mordedura de boi em antebraço esquerdo. A ferida é superficial, está limpa e apresenta sangramento local leve. O paciente relata que o animal não possui manifestações aparentes de raiva. Ele também afirma que o boi é de propriedade conhecida e pode ser mantido sob observação. Quando questionado, o paciente revela não ter histórico de vacinação prévia contra raiva.
Considerando a profilaxia da raiva humana, deve-se limpar a ferida e