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A primeira escola para surdos do Brasil, fundada em 1857 no Rio de Janeiro e atualmente denominada Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), originou-se de uma proposta apresentada ao imperador D. Pedro II pelo professor:
A professora e pesquisadora surda Karin Strobel (2009) identifica oito artefatos que constituem a cultura do povo surdo. Um desses artefatos se manifesta por meio das lutas das associações de surdos por conquistas legais, como o reconhecimento da Libras pela Lei n.º 10.436/2002 e o reconhecimento da profissão de tradutor e intérprete pela Lei n.º 12.319/2010. Esse artefato cultural é denominado:
TEXTO 1
Q26.png (357×332)
Disponível em: www.educadorinclusivo.org.br. Acesso em: 15 ago. 2025 (adaptado).


TEXTO 2
Em uma sala de aula do Ensino Fundamental, uma turma recebeu um estudante surdo e que se comunicava por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Considerando que o professor regente não era fluente em Libras, para garantir a participação do estudante nas atividades, a escola contratou um intérprete que adaptava e conduzia as atividades pedagógicas com o estudante sem a participação do professor.

Ao relacionar a situação descrita no Texto 2 com a figura apresentada no Texto 1, conclui-se que está ocorrendo um processo de
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Que modelo é caracterizado pela ideia de que o surdo deve adquirir a língua de sinais como língua materna, uma vez que esta é considerada a língua natural dos surdos, e a língua oficial de seu país como segunda língua, na modalidade oral e/ou escrita?

Numa sala de aula de 5º ano do Ensino Fundamental, um professor/instrutor de Libras se depara com uma turma formada por alunos surdos e ouvintes. Os surdos já demonstram familiaridade com a Libras pelas condições sociais de acesso e interação com a língua fora da escola; os ouvintes demonstram muitas expectativas, por se tratar de uma situação inusitada para eles, pois o conhecimento superficial que detêm sobre o assunto indica apenas que as formas de comunicação se realizam por meio do uso das mãos. Em um contexto no qual a variedade linguística se faz presente, diante dessa e demais situações, é fundamental considerar a heterogeneidade das formas de ensinar e aprender. A partir da situação apresentada, o professor/instrutor de Libras como segunda língua (L2) deve assumir a(s) seguinte(s) estratégia(s) pedagógica(s) para ouvintes:

I. fazer uso da língua materna dos alunos ouvintes como o sistema linguístico de referência, do mesmo modo que a Libras deve ser a referência para o surdo aprender o português;

II. considerar que a língua portuguesa para o ensino de Libras como segunda língua pode ocasionar consequências insatisfatórias no processo de aprendizagem e de proficiência numa segunda língua;

III. excluir das concepções que pautam as suas estratégias a interferência entre as línguas;

IV. investigar as preferências dos alunos surdos na forma pela qual eles resolvem problemas ou dúvidas em uma determinada atividade.

Das afirmativas, verifica-se que está(ão) correta(s)