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A educação corporativa, compreendida como um processo contínuo de aprendizado e desenvolvimento, deve ser vista apenas como um custo operacional para as empresas, sem qualquer relação com a capacitação de pessoal para adaptação a novas tecnologias ou para o aprimoramento de competências gerenciais e técnicas.
O treinamento e desenvolvimento de pessoal em uma organização pública deve ser visto como um gasto supérfluo, a ser cortado em momentos de restrição orçamentária, pois o conhecimento adquirido pelos servidores é estritamente pessoal e não agrega valor à eficiência e eficácia das atividades estatais.