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Em um hospital geral, o farmacêutico clínico realiza a revisão da farmacoterapia de um paciente com diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia mista e osteoartrite crônica. O esquema terapêutico inclui anti-inflamatório não esteroidal, hipoglicemiante oral e hipolipemiante.
Fonte: BRUNTON, L. L.; CHABNER, B. A.; KNOLLMANN, B. C. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman. 14. ed. Porto Alegre: AMGH, 2023. Adaptado.
Considerando os mecanismos de ação dessas classes farmacológicas, analise as alternativas a seguir e assinale a CORRETA.
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Com base nas situações apresentadas, assinale a alternativa CORRETA. 
As interações medicamentosas relevantes à odontologia envolvem fármacos de uso frequente na prática clínica. Acerca do assunto, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__)O uso de anti-inflamatórios não esteroidais pode reduzir o efeito anti-hipertensivo de alguns fármacos.
(__)Os vasoconstritores adrenérgicos dos anestésicos locais são isentos de interação com os antidepressivos tricíclicos.
(__)A prescrição de antibióticos, de forma ampla, aumenta a eficácia dos contraceptivos orais combinados. 
(__)O metronidazol associado ao consumo de álcool pode provocar uma reação do tipo dissulfiram no paciente.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
A compreensão detalhada dos alvos moleculares e dos mecanismos biofísicos de ação dos fármacos que atuam no sistema respiratório é essencial para a adequada intervenção clínica do Farmacêutico na otimização da farmacoterapia. Diferentes classes terapêuticas modulam a resposta inflamatória e o tônus muscular liso brônquico por meio de vias de sinalização intracelular distintas.

Considerando os mecanismos de ação molecular, farmacodinâmica e alvos receptores das classes de fármacos respiratórios, assinale a alternativa que apresenta uma afirmativa INCORRETA.
O manejo farmacológico da asma brônquica sofreu profundas atualizações conceituais e terapêuticas nos últimos anos. As diretrizes nacionais e globais de saúde desestimulam o tratamento de resgate isolado com broncodilatadores e estabelecem novos paradigmas para o tratamento contínuo e para a abordagem da asma grave persistente com o auxílio de imunobiológicos de alta tecnologia.
Analise as afirmativas a seguir sobre a farmacoterapia aplicada ao sistema respiratório.

I. A recomendação terapêutica contemporânea desestimula o uso isolado de agonistas beta-2 adrenérgicos de curta ação (SABA) como terapia de alívio isolada, priorizando o uso precoce de corticosteroides inalatórios (CI) para tratar o processo inflamatório crônico subjacente.
II. A estratégia de manutenção e alívio (MART/SMART) preconiza o uso associado de corticosteroide inalatório (CI) e o broncodilatador formoterol (um agonista beta-2 de longa ação com rápido início de efeito) em um único dispositivo para o tratamento regular e as necessidades de resgate.
III. Os agonistas beta-2 adrenérgicos de longa ação (LABA) que apresentam início de ação lento, como o salmeterol, constituem a indicação de primeira linha para o resgate imediato e reversão rápida de crises agudas de broncoespasmo grave.
IV. No fenótipo de asma grave persistente não controlada, o uso de anticorpos monoclonais imunobiológicos (como terapias anti-IgE, anti-IL5/5R ou anti-IL-4/13) atua bloqueando vias inflamatórias específicas da cascata imunológica T2/eosinofílica.

Estão CORRETAS: