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A Administração Científica, pioneira no estudo formal da gestão, focava primordialmente na otimização dos processos produtivos e na eficiência das tarefas, considerando o trabalhador como um elemento passivo e previsível dentro da organização, cujas necessidades e motivações iam além do aspecto financeiro, sendo a remuneração o principal fator de incentivo.
A Teoria Clássica da Administração, representada por Henri Fayol, introduziu princípios que moldaram a estrutura organizacional moderna, com foco na eficiência e na departamentalização, mas sua ênfase na centralização das decisões e na visão do ser humano como um elemento passivo e pouco motivado, embora compreensível no contexto de sua época, limitou a flexibilidade e a adaptabilidade das organizações diante de um ambiente externo em constante mudança.
A Administração Científica, notadamente com os estudos de Taylor, focava na otimização dos processos produtivos através da racionalização do trabalho, o que, em sua visão, tornava o ser humano um elemento secundário e facilmente substituível, justificando assim a centralização das decisões e a pouca preocupação com o ambiente externo à organização.
No contexto da evolução das escolas administrativas, a Teoria Clássica, representada por Henri Fayol, introduziu princípios de gestão que, apesar de focarem na eficiência produtiva e na estrutura organizacional, frequentemente resultavam em estruturas com múltiplos níveis hierárquicos e decisões centralizadas, refletindo uma visão do ser humano como um elemento passivo e pouco engajado no processo decisório.