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Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Educação Física
Considerando que o sistema ATP-PC fornece energia para contração muscular no início do exercício e durante o exercício de alta intensidade e curta duração, em qual dessas atividades ele não seria o principal fornecedor de energia para o corpo do atleta?
Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Educação Física
Sobre a fisiologia do exercício e nosso sistema metabólico, é correto afirmar que
Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Educação Física
Sobre a mecânica da contração muscular, a musculatura esquelética humana é composta de fibras com constituições variadas, analise as assertivas sobre o assunto e assinale a alternativa correta.
I. O tipo de fibra muscular de contração lenta é apropriado para atividades de longa duração, contendo alto teor de mioglobina, mitocôndrias e vasos sanguíneos.
II. As fibras de contração rápida possuem menos mioglobina, mitocôndrias e irrigação sanguínea, mas contêm um depósito maior de glicogênio em seu interior.
III. As fibras de contração rápida adequam-se melhor a trabalhos de curta duração.
IV. Existe um terceiro tipo de fibra muscular com características mistas, um tipo intermediário entre as fibras de contração lenta e rápida.
I. O tipo de fibra muscular de contração lenta é apropriado para atividades de longa duração, contendo alto teor de mioglobina, mitocôndrias e vasos sanguíneos.
II. As fibras de contração rápida possuem menos mioglobina, mitocôndrias e irrigação sanguínea, mas contêm um depósito maior de glicogênio em seu interior.
III. As fibras de contração rápida adequam-se melhor a trabalhos de curta duração.
IV. Existe um terceiro tipo de fibra muscular com características mistas, um tipo intermediário entre as fibras de contração lenta e rápida.
Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Educação Física
Durante a contração e o relaxamento muscular os filamentos de actina tem 3 componentes proteicos importantes, sendo assim, assinale a alternativa que os relaciona corretamente.
Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Educação Física
A partir do conhecimento dos efeitos do exercício físico no organismo, o fisioterapeuta pode refletir sobre quais efeitos gostaria de proporcionar ao organismo do seu paciente, e, a partir dessa definição, pode estabelecer qual exercício físico se torna mais adequado para aquele indivíduo que será tratado. E, independente do objetivo do treinamento físico proposto como conduta fisioterapêutica, existem alguns princípios que podem ser utilizados para qualquer programa de exercício físico. Diante do exposto, analise as assertivas a respeito dos princípios do treinamento físico e assinale a alternativa correta.
I. Princípio da especificidade: significa treinar de forma específica para produzir efeitos específicos, as respostas do organismo devem ser específicas para o tipo de exercício realizado. Logo, se o objetivo é melhorar o desempenho em algum esporte em especial, os exercícios devem imitar os movimentos executados na modalidade, além de serem realizados em uma velocidade similar.
II. Princípio da variabilidade: relacionado à necessidade de utilizar cargas maiores para estimular o desenvolvimento dos componentes da aptidão física. É o aumento contínuo da intensidade da sessão de treino conforme o músculo se acostuma com o nível de intensidade atual. Isso pode ser feito aumentando o peso levantado, o número de repetições realizadas ou o número total de séries ou, ainda, diminuindo o tempo de descanso entre as séries. O aumento contínuo do estresse aplicado no músculo permite o incremento da força muscular e evita a estagnação.
III. Princípio da individualidade: é a teoria de que qualquer programa de treinamento deve considerar as necessidades específicas ou os objetivos e as habilidades do indivíduo para quem o programa foi elaborado. Refere-se às diferenças que existem entre os indivíduos, o que interfere nas respostas individuais do treinamento.
IV. Princípio da reversibilidade: prediz alterações nas cargas de trabalho e no tipo de atividade física praticada em todas as fases do treinamento. A variabilidade deve ocorrer para que o paciente sofra constantemente quebra da homeostasia, com consequente alternância de ativação das vias metabólicas (aeróbia e anaeróbia), bem como das fibras dos tipos I e II. Quando não aplicamos esse princípio, corremos o risco de promover estagnação nos processos adaptativos e nas capacidades biomotoras treinadas naquele momento, ou seja, não importa o quão efetivo seja um programa de treino, ele o será apenas por um curto período.
V. Princípio da manutenção: assim que o indivíduo alcança o seu objetivo, é necessário menos trabalho para manter o nível de força ou massa muscular. Se a pessoa estiver satisfeita com esse nível, a frequência de treino pode ser reduzida. Esse é tipicamente um bom período para incorporar outros tipos de treinamento, fazendo com que outros componentes da aptidão física possam ser aprimorados.
VI. Princípio da sobrecarga de treinamento e progressão: os efeitos atingidos com o treinamento são gradualmente anulados com o destreinamento. Isso ocorre quando há ausência de treinamento físico ou quando o paciente retorna de períodos de recuperação de lesões.
I. Princípio da especificidade: significa treinar de forma específica para produzir efeitos específicos, as respostas do organismo devem ser específicas para o tipo de exercício realizado. Logo, se o objetivo é melhorar o desempenho em algum esporte em especial, os exercícios devem imitar os movimentos executados na modalidade, além de serem realizados em uma velocidade similar.
II. Princípio da variabilidade: relacionado à necessidade de utilizar cargas maiores para estimular o desenvolvimento dos componentes da aptidão física. É o aumento contínuo da intensidade da sessão de treino conforme o músculo se acostuma com o nível de intensidade atual. Isso pode ser feito aumentando o peso levantado, o número de repetições realizadas ou o número total de séries ou, ainda, diminuindo o tempo de descanso entre as séries. O aumento contínuo do estresse aplicado no músculo permite o incremento da força muscular e evita a estagnação.
III. Princípio da individualidade: é a teoria de que qualquer programa de treinamento deve considerar as necessidades específicas ou os objetivos e as habilidades do indivíduo para quem o programa foi elaborado. Refere-se às diferenças que existem entre os indivíduos, o que interfere nas respostas individuais do treinamento.
IV. Princípio da reversibilidade: prediz alterações nas cargas de trabalho e no tipo de atividade física praticada em todas as fases do treinamento. A variabilidade deve ocorrer para que o paciente sofra constantemente quebra da homeostasia, com consequente alternância de ativação das vias metabólicas (aeróbia e anaeróbia), bem como das fibras dos tipos I e II. Quando não aplicamos esse princípio, corremos o risco de promover estagnação nos processos adaptativos e nas capacidades biomotoras treinadas naquele momento, ou seja, não importa o quão efetivo seja um programa de treino, ele o será apenas por um curto período.
V. Princípio da manutenção: assim que o indivíduo alcança o seu objetivo, é necessário menos trabalho para manter o nível de força ou massa muscular. Se a pessoa estiver satisfeita com esse nível, a frequência de treino pode ser reduzida. Esse é tipicamente um bom período para incorporar outros tipos de treinamento, fazendo com que outros componentes da aptidão física possam ser aprimorados.
VI. Princípio da sobrecarga de treinamento e progressão: os efeitos atingidos com o treinamento são gradualmente anulados com o destreinamento. Isso ocorre quando há ausência de treinamento físico ou quando o paciente retorna de períodos de recuperação de lesões.