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Lactente feminino, 6 meses, apresenta apatia e palidez cutaneomucosa há aproximadamente 2 meses. Permaneceu em aleitamento materno exclusivo até os 2 meses de vida, quando iniciou leite de vaca, pois a mãe voltou a trabalhar. Traz exames laboratoriais que evidenciam anemia e deficiência de ferro.

Seguindo o Documento Científico da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre recomendações para o tratamento e prevenção da anemia ferropriva em lactentes (Atualização de 2026), o tratamento da anemia ferropriva nesse caso deve ser feito com
Menina, 2 anos, previamente hígida, apresenta início súbito de petéquias e púrpuras generalizadas. Apresentou infecção viral uma semana antes dos sintomas.

O exame físico está normal, exceto pelas petéquias e púrpuras disseminadas pelo corpo. Não há esplenomegalia, linfadenopatias e nem palidez. O hemograma evidencia contagem de plaquetas = 10.000/µL. Não há anemia e os leucócitos estão normais.

A hipótese diagnóstica mais provável é 
Menino, 18 meses, com diagnóstico de anemia falciforme (HbSS), é trazido à emergência com dor abdominal de início súbito e palidez importante, sem febre associada.

Ao exame, encontra-se hipocorado (3+/4+), taquicárdico e com baço palpável a 4 cm do rebordo costal esquerdo. Hemograma evidencia Hb: 3g/dL.

A hipótese diagnóstica mais provável nesse caso é 
Paciente de 68 anos, sexo feminino, procura atendimento por fadiga progressiva, parestesias em membros inferiores e dificuldade para deambular há seis meses. Os exames laboratoriais demonstram hemoglobina de 8,9 g/dL, VCM de 114 fL, leucopenia discreta e hipersegmentação de neutrófilos. A dosagem sérica de vitamina B12 encontra-se em valor limítrofe, enquanto o ácido fólico é normal.

Com o objetivo de confirmar o diagnóstico etiológico da anemia megaloblástica, assinale o exame laboratorial que apresenta maior utilidade nessa situação.
Em 2026, novas diretrizes internacionais para o manejo de pacientes com tromboembolismo pulmonar foram publicadas. Uma das principais atualizações envolveu a estratificação de risco, permitindo uma avaliação mais refinada dos pacientes anteriormente classificados apenas como de risco intermediário.

Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo.