Filtrar


Questões por página:
Seu paciente é um homem de 69 anos que foi submetido à esofagectomia transtorácica por adenocarcinoma da junção esofagogástrica. A reconstrução transcorreu sem intercorrências. No pós-operatório imediato, a equipe cirúrgica prevê a impossibilidade de alimentação por via oral por cerca de duas semanas, porém o trato gastrointestinal distal apresenta-se íntegro e funcionante. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável e sem contraindicações ao uso da via enteral. Considerando o quadro clínico, a conduta mais adequada em relação ao suporte nutricional e à técnica cirúrgica correspondente será optar por 
Mulher de 25 anos, sem comorbidades, apresenta dor anal intensa durante e após a evacuação, há 3 meses. O exame proctológico mostra úlcera linear de bordos regulares com exposição de fibras do esfíncter interno localizada em linha média posterior. Observa-se ainda papila hipertrófica proximal e presença de plicoma. A manometria anorretal mostra hipertonia do esfíncter interno. O seguinte mecanismo fisiopatológico explica a cronificação da lesão e a resistência à cicatrização: 
Paciente de 45 anos, sexo masculino, procura atendimento com história de desconforto epigástrico há cerca de oito meses, associado à plenitude pós-prandial e episódios ocasionais de melena. Refere perda ponderal discreta de 3 Kg no período. Nega uso de anti-inflamatórios não esteroidais. Ao exame físico apresenta discreta palidez cutaneomucosa, sem massas abdominais palpáveis. Os exames laboratoriais demonstram anemia ferropriva leve. A endoscopia digestiva alta evidencia espessamento difuso de pregas no antro e corpo gástricos, associado a lesões ulceradas superficiais multifocais com aspecto infiltrativo de baixo relevo. A hipótese diagnóstica mais provável é 
Paciente de 50 anos, sexo masculino, procura o pronto-socorro com dor epigástrica intensa irradiada para o dorso, associada a náuseas e vômitos há cerca de 24 horas. Relata episódios semelhantes nos últimos meses, sempre de menor intensidade. É portador de diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, em uso regular de Metformina, Empagliflozina, Losartana e Rosuvastatina. Nega etilismo e apresenta ultrassonografia abdominal sem evidências de colelitíase, coledocolitíase ou dilatação das vias biliares. Os exames laboratoriais demonstram lipase elevada, amilase discretamente aumentada e triglicerídeos dentro da faixa de normalidade. A tomografia computadorizada evidencia sinais de pancreatite aguda e tecido pancreático circundando a segunda porção do duodeno, associado à dilatação do estômago e da primeira porção duodenal. A alteração embriológica que explica os achados clínicos e tomográficos apresentados reside no fato de que o quadro decorre de 
Paciente de 56 anos, sexo masculino, procura atendimento com dor abdominal intensa de início súbito, localizada no epigástrio, irradiada para o dorso, associada a náuseas e vômitos persistentes há 12 horas. Relata episódios semelhantes de menor intensidade nos últimos meses, principalmente após refeições volumosas. Refere consumo frequente de bebidas alcoólicas aos fins de semanas, socialmente (1-2 latas de cerveja). Ao exame físico, apresenta dor à palpação do andar superior do abdome, sem sinais de irritação peritoneal. Apresenta também obesidade central importante, com circunferência abdominal de 108 cm e membros superiores e inferiores proporcionalmente delgados. A ultrassonografia abdominal evidencia vesícula biliar sem cálculos, vias biliares de calibre habitual e ausência de dilatação do colédoco. Os exames laboratoriais mostram leucocitose discreta, lipase elevada e amilase sérica apenas discretamente elevada. Considerando o quadro clínico, em relação à hipótese etiológica mais provável e ao exame complementar a ser solicitado prioritariamente para a confirmação da causa da pancreatite, assinale a afirmativa correta.