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Paciente de 60 anos, sexo masculino, hipertenso e portador de diabetes mellitus tipo 2 e gota, procura atendimento devido à dor epigástrica em queimação, náuseas, plenitude pós-prandial e dois episódios de hematêmese em pequena quantidade após um fim de semana de intenso consumo de bebidas alcoólicas. Refere ingerir álcool apenas aos finais de semana, porém em grande quantidade há mais de 25 anos. Nega uso recente de anti inflamatórios não esteroidais. Foi submetido à endoscopia digestiva alta. O exame evidenciou mucosa gástrica difusamente congesta, edemaciada, friável, com múltiplas erosões planas e hemorragias subepiteliais puntiformes, sem evidência de úlcera péptica ou lesão neoplásica. Foram realizadas biópsias. O diagnóstico mais provável é 
Paciente com 54 anos, sexo masculino, realizou colonoscopia após resultado positivo em teste de sangue oculto nas fezes. Foram identificados e removidos oito pólipos adenomatosos distribuídos pelo cólon. A análise histopatológica revela adenomas tubulares com displasia de alto grau, sem evidência de carcinoma invasivo. O paciente é orientado a repetir a colonoscopia em um ano por razão do elevado número de adenomas e do risco de recorrência. O aumento da atividade da seguinte enzima mais provavelmente contribuiria para a recorrência e progressão da neoplasia colônica desse paciente:   
Paciente com 63 anos, sexo masculino, é submetido à colonoscopia após resultado positivo no teste imunológico fecal. Durante o exame identifica-se, no cólon descendente, uma lesão plana de 8 mm predominantemente deprimida, não pediculada, apresentando depressão central bem delimitada em relação à mucosa adjacente, sem ulceração. Considerando especificamente a Classificação de Paris para lesões superficiais do trato gastrointestinal, essa lesão é classificada como  

Em seu plantão de emergência, dá entrada um homem de 76 anos, levado por familiares devido a febre alta, icterícia e confusão mental iniciadas nas últimas 48 horas. Tem história de colecistolitíase, diagnosticada há vários anos, porém sem tratamento cirúrgico. Refere dor intensa em hipocôndrio direito associada a náuseas e vômitos há três dias.

Quando do exame físico, encontra-se em mau estado geral e obnubilado. Apresenta temperatura de 39,2°C, frequência cardíaca de 128 bpm, pressão arterial de 86/50 mmHg apesar de reposição volêmica inicial, frequência respiratória de 30 irpm e saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente.

Observa-se icterícia intensa (+++/4+). O abdome apresenta dor importante à palpação do hipocôndrio direito, sem sinais de peritonite. O sinal de Murphy é difícil de avaliar devido ao rebaixamento do nível de consciência.

Exames laboratoriais de urgência mostram: Leucócitos: 24.800/mm³; Bilirrubina total: 14,2 mg/dL; Bilirrubina direta: 11,6 mg/dL; Fosfatase alcalina: 760 U/L; Gama-GT: 980 U/L; Creatinina: 2,8 mg/dL; Lactato: 5,4 mmol/L; Plaquetas: 82.000/mm³. Hemoculturas foram coletadas.

Realizou-se uma ultrassonografia abdominal, que monstra: colelitíase; colédoco medindo 15 mm e importante dilatação das vias biliares intra-hepáticas. A tomografia computadorizada exclui perfuração e abscesso hepático.

Após admissão na unidade de terapia intensiva, o paciente recebe antibioticoterapia de amplo espectro, reposição volêmica e suporte vasopressor.

Segundo as diretrizes atuais, a conduta mais apropriada, nesse momento, será

Paciente do sexo masculino, 30 anos, assintomático, sem história familiar de câncer colorretal, extremamente preocupado com a saúde e habituado a realizar check-ups anuais por conta própria, realiza teste imunológico fecal (FIT) após ouvir que o exame passaria a ser utilizado em programas de rastreamento populacional. O resultado é positivo. Ansioso com a possibilidade de câncer colorretal, procura atendimento médico solicitando colonoscopia. Ao exame proctológico, identifica-se doença hemorroidária grau 1 em posição anterior direita, sem sinais de sangramento ativo. Considerando, para fins dessa questão, que a probabilidade pré teste de câncer colorretal nesse paciente seja de 0,05%, e que o FIT apresente sensibilidade de 90% e especificidade de 90% para câncer colorretal, a interpretação mais adequada do resultado é: