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Paciente de 52 anos, sexo feminino, é atendida no pronto
socorro com dor em cólica no hipocôndrio direito há 2 dias,
associada a colúria, icterícia escleral e leve acolia fecal. Nega
febre. Ao exame laboratorial, apresenta elevação de bilirrubinas
e fosfatase alcalina. A ultrassonografia abdominal evidencia
colelitíase e dilatação do colédoco (10 mm), sem sinais de
complicação adicional.
Diante desse quadro clínico e ultrassonográfico, a principal
hipótese diagnóstica é
No seu ambulatório, dá entrada uma paciente de 36 anos, que foi
encaminhada após achado incidental de lesão hepática durante
investigação de nefrolitíase. Refere apenas discreto desconforto
intermitente em hipocôndrio direito, sem relação com
alimentação. Não há história de perda ponderal, febre, icterícia
ou de hepatites.
Como antecedentes, relata uso contínuo de anticoncepcional oral
combinado há 18 anos. Nega etilismo e não apresenta história
familiar de neoplasias hepáticas.
Ao exame físico: Bom estado geral; IMC: 25 kg/m²; afebril; sem
icterícia; abdome flácido e indolor; fígado não é palpável e não
tem ascite.
Os exames laboratoriais apresentam bilirrubinas, transaminases,
fosfatase alcalina e alfafetoproteínas normais, assim como
sorologias para hepatites negativas.
Realizou-se a pesquisa por imagem com: ultrassonografia que
mostra lesão hepática sólida de 6 cm no segmento VI; A
tomografia
computadorizada
trifásica
evidencia
lesão
hipervascular bem delimitada e a ressonância magnética mostra
captação arterial intensa, sem cicatriz central evidente, em
paciente usuária crônica de estrogênios.
Considerando os principais tumores benignos hepáticos e seus
respectivos métodos diagnósticos e tratamentos, a melhor
interpretação do caso e a conduta mais apropriada são
No Serviço de Emergência de seu hospital dá entrada um homem
de 24 anos, com dor abdominal iniciada há 22 horas, que, em
princípio, era na região periumbilical, migrando posteriormente
para a fossa ilíaca direita. Relata anorexia, náuseas e um episódio
de vômito. Não há história de cirurgias prévias.
Ao exame físico, encontra-se afebril, com frequência cardíaca de
98 bpm e pressão arterial de 120/70 mmHg. O abdome apresenta
dor localizada em fossa ilíaca direita, defesa muscular localizada e
sinal de Blumberg positivo no ponto de McBurney. Os exames
laboratoriais demonstram leucocitose de 15.600/mm³ com
desvio à esquerda. Realizou-se uma tomografia computadorizada
evidencia apendicite aguda supurativa sem perfuração.
Durante uma apendicectomia aberta, após a ligadura do
mesoapêndice e secção do apêndice, o cirurgião solicita ao
residente que identifique qual técnica corresponde ao tempo
cirúrgico de síntese do coto apendicular, após a realização da
exérese.
Uma técnica clássica de síntese utilizada nesse momento da
operação é a de
Paciente de 35 anos, sem histórico de doença hepática ou
esteatose, irá doar parte do fígado para seu filho.
O percentual mínimo de parênquima residual que deve ser deixado no doador durante um transplante de fígado intervivos é de
O percentual mínimo de parênquima residual que deve ser deixado no doador durante um transplante de fígado intervivos é de
Seu preceptor da residência médica discute com você a conduta
para um paciente de 58 anos, obeso, com história de refluxo
gastroesofágico há 15 anos em uso irregular de inibidor de
bomba de prótons. Indicam uma endoscopia digestiva alta por
piora dos sintomas. O exame mostra esofagite de refluxo LA-D
cicatrizada e segmento de metaplasia intestinal tipo Barrett de 7
cm, estendendo-se de 30 a 37 cm da arcada dentária, com ilhas
de mucosa gástrica no interior. É realizada cromoendoscopia com
magnificação que identifica área de 1,5 cm, elevada, com padrão
de pit irregular no quadrante anterior, a 32 cm da arcada. As
biópsias dirigidas dessa lesão revelam displasia de alto grau. As
demais biópsias do segmento de Barrett mostram apenas
metaplasia intestinal sem displasia. A tomografia de tórax e
abdome não evidencia linfonodomegalias ou metástases. A
manometria esofágica é normal.
Considerando o diagnóstico, a extensão da doença e os achados endoscópicos atuais, a conduta mais adequada para esse paciente será
Considerando o diagnóstico, a extensão da doença e os achados endoscópicos atuais, a conduta mais adequada para esse paciente será