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Paciente mulher, 42 anos, foi atendida com dor em abdome superior há 3 dias, náuseas e vômitos. Estava em bom estado geral, desidratada (+/4), sem edemas, ictérica (+/4) e dor a palpação em hipocôndrio direito. Foi levantada a hipótese de um processo inflamatório agudo do fígado ou vias biliares. Todas as afirmativas são verdadeiras com relação às provas de função hepática, EXCETO: 
São características da forma hepatoesplênica descompensada da esquistossomose mansoni, EXCETO:
As seguintes situações clínicas devem ser consideradas como suspeitas de hepatite viral:

I - Icterícia aguda e colúria.
II - Aminotransferases (transaminases) > 3 vezes o limite superior da normalidade.
III - História de exposição percutânea ou de mucosa a sangue e/ou secreções de pessoas portadoras ou com suspeita de infecção pelo HBV ou HCV.
IV - História de contato sexual ou domiciliar com indivíduo sabidamente HBsAg reator e/ou anti-HBc reator.
V - Exames sorológicos de triagem reatores para hepatites (doadores de sangue e/ou órgãos, usuários de hemodiálise e ambulatórios de DST).
A hepatite autoimune refere-se à inflamação crônica e progressiva do fígado de causa desconhecida. Acredita-se que o mecanismo proposto para o desenvolvimento da hepatite autoimune seja a interação entre predisposição genética, um fator ambiental desencadeante e a falha do sistema imunológico nativo, resultando em inflamação crônica dos hepatocitos e subsequente fibrose hepática. A hepatite autoimune é mais comum em mulheres do que em homens, numa proporção de 3,6:1. Considerando isso, assinale a alternativa CORRETA em relação aos termos e às definições sobre a hepatite autoimune.
No paciente com cirrose e ascite neutrocítica, qual conjunto aumenta a suspeita de peritonite bacteriana secundária e exige investigação de uma fonte intra-abdominal tratável?