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A escolha entre a interpretação simultânea e a consecutiva depende do contexto, da duração do evento e das necessidades dos interlocutores surdos e ouvintes. Acerca dessas modalidades, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) Na interpretação consecutiva, o intérprete aguarda o orador terminar um bloco de fala para iniciar a interpretação, sendo comum o uso de tomada de notas para auxiliar a memória de curto prazo.
(__) A interpretação simultânea exige alto nível de processamento cognitivo e, em eventos de longa duração (superiores a uma hora), recomenda-se o revezamento entre intérpretes a cada 20 ou 30 minutos para evitar fadiga mental e queda de qualidade.
(__) A interpretação consecutiva é a modalidade mais rápida e dinâmica, sendo preferível em transmissões televisivas ao vivo para garantir que a imagem do intérprete coincida com a fala do apresentador.
(__) Na interpretação simultânea, o intérprete deve focar exclusivamente na estrutura da língua fonte, ignorando a expressão facial e corporal, pois não há tempo hábil para incorporar elementos não manuais.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Ao traduzir um texto literário do português para a Libras que contenha a frase "Ele chutou o balde na reunião", referindo-se a alguém que perdeu a paciência e desistiu de tudo, o tradutor deve buscar a equivalência de sentido. Assinale a alternativa CORRETA sobre a escolha tradutória adequada.
A língua é viva e está em constante evolução, o que exige do intérprete de Libras atualização constante. Ao encontrar um sinal novo (neologismo) utilizado por um grupo de surdos jovens ou um regionalismo desconhecido durante um evento, a postura correta é:
Assinale a alternativa CORRETA.
O Código de Ética do Tradutor e Intérprete de Libras estabelece princípios fundamentais para a atuação profissional. Analise as afirmativas a seguir, considerando uma situação de consulta médica:
I. O intérprete deve manter sigilo absoluto sobre todas as informações traduzidas durante a consulta, não podendo comentar o diagnóstico do paciente com terceiros, nem mesmo com familiares, sem autorização expressa.  
II. A imparcialidade exige que o intérprete seja fiel à mensagem, transmitindo o conteúdo afetivo e a intenção do falante, sem emitir opiniões pessoais, conselhos ou julgamentos sobre o tratamento médico.
III. Caso o médico diga algo que o intérprete considere grosseiro, o intérprete tem o dever ético de mudar a mensagem para palavras mais doces e educadas, protegendo os sentimentos do paciente surdo.
Está correto o que se afirma em:
Apesar do reconhecimento legal da Libras e de outras línguas de sinais, assim como da profissão de Intérprete de Língua de Sinais (ILS), até os dias atuais, esses profissionais e sua profissão carregam vários mitos. Constitui um mito em relação ao tradutor e intérprete de língua de sinais:
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