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Homem de 67 anos apresentou episódio de herpes-zóster torácico há cerca de seis meses, tratado com valaciclovir por via oral durante sete dias. Evoluiu com resolução completa das lesões cutâneas e ausência de dor neuropática residual. Em consulta de acompanhamento, questiona sobre a indicação e o esquema da vacinação contra o vírus varicela-zóster para prevenir novas reativações.

Considerando as recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e do Advisory Committee on Immunization Practices/Centers for Disease Control and Prevention (ACIP/CDC), a conduta correta é 
Durante um turno em uma unidade de emergência, um médico plantonista atende quatro pacientes. Ao final, ele precisa avaliar quais dos seguintes casos devem ser notificados compulsoriamente ao sistema de vigilância epidemiológica, conforme a legislação brasileira vigente.

I. Paciente de 38 anos, do sexo masculino, apresenta febre, mialgia e aumento doloroso de linfonodos cervicais há 2 dias. Evoluiu com lesões vesicopustulosas, algumas umbilicadas, envolvendo face, membros e região genital. Refere contato íntimo com parceiro que apresentou lesões semelhantes duas semanas antes.
II. Paciente de 67 anos, do sexo masculino, diabético, refere espessamento progressivo e alteração da coloração das unhas dos pés há 10 meses. Ao exame, observa-se hiperqueratose subungueal e coloração amarelada acometendo o hálux direito, com edema, eritema e calor circunjacente. 
III. Paciente de 28 anos, do sexo feminino, apresenta febre alta há quatro dias, tosse, coriza e conjuntivite. Refere retorno de viagem ao México há 10 dias e informa não possuir comprovante de vacinação. Ao exame físico, observam-se manchas esbranquiçadas em mucosa jugal.
IV. Paciente de 19 anos, do sexo masculino, procura atendimento por episódios recorrentes de espirros, prurido nasal, coriza hialina e obstrução nasal, principalmente pela manhã e durante a limpeza da casa. Nega febre, tosse ou outros sintomas sistêmicos. Ao exame físico, apresenta mucosa nasal pálida.

Os casos de notificação compulsória são os de números
Paciente de 29 anos, do sexo feminino, arquiteta, natural de Recife, procura atendimento em um ambulatório de Medicina de Viagem para planejamento de sua viagem de lua de mel para a Nigéria. Iniciará sua viagem permanecendo por cinco dias no Parque Nacional de Yankari e, posteriormente, seguirá para Lagos, onde permanecerá por mais sete dias.

Em relação às orientações pertinentes a viajantes, nesse cenário, é correto afirmar que
Paciente de 39 anos, sexo masculino, farmacêutico, sem comorbidades, procura atendimento por icterícia, colúria e malestar há cinco dias. Nega febre, uso de drogas injetáveis, viagens recentes e ingestão de água ou alimentos fora do domicílio. Refere relacionamento estável com parceiro do mesmo sexo. Os exames laboratoriais evidenciam ALT 3.230 U/L, AST 2.460 U/L, bilirrubina total de 6,8 mg/dL e anti-HAV IgM reagente.

Sobre a doença apresentada, é correto afirmar que
Paciente de 19 anos, do sexo masculino, previamente hígido, é admitido no pronto-socorro após acidente automobilístico. Foi submetido à laparotomia exploradora de emergência, sendo necessária a esplenectomia total. Ele evoluiu bem no pós-operatório e, na alta hospitalar, foi encaminhado para um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).

Segundo o Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE),