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Diversos fatores de risco cardiovasculares não clássicos apresentam relevância clínica. Estudos realizados ao longo de mais de 50 anos já associaram, por exemplo, a exposição prolongada a metais tóxicos a múltiplos riscos adversos à saúde. O chumbo representa um desses elementos, inclusive com potenciais efeitos sobre a saúde cardiovascular.
Neste contexto, avalie as afirmativas a seguir.

I. A exposição prolongada ao chumbo foi associada ao desenvolvimento de hipertensão arterial por múltiplos mecanismos como dano renal, ativação do SRAA (sistema renina-angiotensina-aldosterona), estresse oxidativo e desregulação do óxido nítrico.
II. A exposição prolongada ao chumbo não está associada ao desenvolvimento de doença coronariana ou cerebrovascular.
III. Os efeitos nocivos da exposição ao chumbo apresentam uma relação dose-dependente entre o grau de exposição e o risco de eventos adversos.

Está correto apenas o que se afirma em 
Homem de 55 anos apresenta quadro de dispneia a médios esforços. Tem TCAR de tórax com múltiplos nódulos milimétricos difusos de aspecto firme, localizados predominantemente nos lobos superiores, associados a linfonodos mediastinais com calcificações periféricas circunferenciais (padrão em casca de ovo). Trabalhou por 22 anos na perfuração de túneis rochosos e mineração de ouro subterrânea.

A recomendação de triagem em saúde pública necessária para esse paciente, devido a seu risco epidemiológico de comorbidade infecciosa, considerando a fisiopatologia dessa pneumoconiose, é
Tabagista há 27 anos de 30 cigarros por dia, uma mulher de 42 anos de idade busca atendimento com o objetivo de deixar de fumar. No teste de dependência à nicotina de Fagerströn, tem pontuação total de 7 (dependência alta).

Sem contraindicações clínicas, a conduta terapêutica padrão inicial com a maior taxa de sucesso recomendada pelas diretrizes nacionais é
Mulher de 22 anos, nuligesta, sexualmente ativa desde os 16 anos, comparece à consulta ginecológica de rotina e solicita "fazer o preventivo" e o teste de HPV, pois uma amiga da mesma idade foi recentemente diagnosticada com infecção pelo HPV. Nega sintomas, sangramento anormal ou lesões visíveis ao exame especular.

Segundo as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero (3.ª edição, 2025), a conduta correta nesse caso é
Mulher de 58 anos foi submetida a histerectomia total há 10 anos, por miomatose uterina sintomática. Não há história prévia de diagnóstico ou tratamento de lesões cervicais de alto grau. Revisão do prontuário confirma que todos os exames citopatológicos realizados antes da cirurgia eram normais. A paciente pergunta se ainda precisa continuar realizando o rastreamento do câncer do colo do útero.

Conforme a diretriz nacional vigente (INCA/Ministério da Saúde, 2025), a conduta correta é