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Mulher de 35 anos, assintomática, comparece à unidade básica
de saúde para rastreamento cervical de rotina, dentro do
programa organizado de rastreamento do câncer do colo do
útero. Realiza teste de DNA-HPV oncogênico, que resulta
positivo, com genotipagem identificando o tipo 16.
Considerando o fluxo de rastreamento organizado com teste molecular vigente na diretriz nacional do Ministério da Saúde, a conduta correta diante desse resultado é encaminhar a paciente para
Considerando o fluxo de rastreamento organizado com teste molecular vigente na diretriz nacional do Ministério da Saúde, a conduta correta diante desse resultado é encaminhar a paciente para
Homem trans de 35 anos, em uso de testosterona há 4 anos, sem
histórico de histerectomia, mantendo o colo uterino. Relata
prática sexual com penetração pênis-vagina e nunca realizou
colpocitologia oncótica. Demonstra desconforto significativo com
a perspectiva do exame especular.
A conduta mais adequada em relação ao rastreamento do câncer do colo do útero para esse paciente é
A conduta mais adequada em relação ao rastreamento do câncer do colo do útero para esse paciente é
Mulher de 24 anos, vivendo com HIV, inicia acompanhamento em
unidade de referência em infectologia. Relata início da vida
sexual aos 17 anos, encontra-se em uso regular de terapia
antirretroviral, com carga viral indetectável e contagem de
linfócitos CD4 preservada. Nunca realizou exame preventivo do
colo do útero.
Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero vigentes, a conduta correta quanto ao início do rastreamento nessa paciente é
Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero vigentes, a conduta correta quanto ao início do rastreamento nessa paciente é
Paciente de 56 anos, sexo masculino, procura consulta para
avaliação preventiva. Nega dor abdominal, alteração de hábito
intestinal, perda ponderal, sangramento intestinal, anemia ou
história pessoal de doença intestinal. Refere hipertensão arterial
controlada, nega história de doença inflamatória intestinal e
informa que seu pai foi diagnosticado com câncer de próstata aos
72 anos. Nunca realizou rastreamento de câncer colorretal e não
apresenta história familiar positiva para esta neoplasia ou outras
relacionadas.
De acordo com as recomendações atuais para rastreamento
populacional de câncer colorretal, a conduta mais apropriada é
Paciente do sexo masculino, 30 anos, assintomático, sem história
familiar de câncer colorretal, extremamente preocupado com a
saúde e habituado a realizar check-ups anuais por conta própria,
realiza teste imunológico fecal (FIT) após ouvir que o exame
passaria a ser utilizado em programas de rastreamento
populacional. O resultado é positivo. Ansioso com a possibilidade
de câncer colorretal, procura atendimento médico solicitando
colonoscopia. Ao exame proctológico, identifica-se doença
hemorroidária grau 1 em posição anterior direita, sem sinais de
sangramento ativo.
Considerando, para fins dessa questão, que a probabilidade pré
teste de câncer colorretal nesse paciente seja de 0,05%, e que o
FIT apresente sensibilidade de 90% e especificidade de 90% para
câncer colorretal, a interpretação mais adequada do resultado é: