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Vicentina, 24 anos, chega ao seu consultório visivelmente preocupada com episódios de tontura que a acometem há duas semanas. A jovem relata que a tontura surge subitamente ao movimentar a cabeça, descrevendo a sensação como uma rotação intensa e desagradável, que a impede de realizar as suas atividades habituais, incluindo o trabalho. Felizmente, a tontura é breve e desaparece em poucos minutos. Intrigado com o caso, o médico realiza o teste de Dix-Hallpike. Durante o exame, Vicentina apresenta nistagmo vertical com componente rotatório e relata piora da tontura.

Diante dos sintomas de Vicentina e dos achados do exame físico, qual a conduta mais adequada? 

Paula, uma jovem de 26 anos, chega ao pronto-socorro com visível desconforto. Há dez dias, ela vem percebendo um corrimento vaginal de odor desagradável e, nos últimos sete dias, o quadro piorou com o surgimento de uma dor persistente no baixo ventre. Ela informa que utiliza um dispositivo intrauterino (DIU) de cobre há cerca de um ano. Embora negue febre, vômitos ou diarreia, o corrimento e a dor estão afetando significativamente a sua qualidade de vida e rotina. Durante o exame físico, o médico detecta um corrimento vaginal esverdeado e fétido. Paula apresenta dor à palpação abdominal no baixo ventre e dor significativa à mobilização do colo uterino, além de sensibilidade à palpação dos anexos uterinos.

Com base nesse cenário clínico, qual a abordagem terapêutica mais adequada para garantir o tratamento eficaz e seguro para Paula? 

Alberto, um homem em situação de rua que frequenta os arredores da sua Unidade Básica de Saúde (UBS), busca atendimento queixando-se de mal-estar. Durante a consulta, o médico identifica que a sua pressão arterial está alterada. Administra um anti-hipertensivo e o libera com um formulário de contrarreferência, para agendar uma consulta de acompanhamento na UBS. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde (PNAB) e essa situação, é CORRETO afirmar que
Francisco, 42 anos, agricultor, é admitido na UPA após ser encontrado inconsciente em seu local de trabalho. Apresentase com diaforese profusa, dispneia com sibilos audíveis, sialorreia, vômitos, diarreia, miose e tremores. A frequência cardíaca está bradicárdica. Considerando o contexto ocupacional e o quadro clínico apresentado, qual o diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial mais apropriada?
Mateus, um lactente de 9 meses, foi trazido ao pronto atendimento por seus pais, preocupados com o início de sintomas há 2 dias. Eles relatam febre baixa e vários episódios de diarreia aquosa volumosa, sem sangue ou muco, além de dois episódios de vômitos após a alimentação. Mateus tem mostrado hiporexia e aceitação parcial de líquidos, mas continua sendo amamentado. O peso anterior ao início dos sintomas era de 9 kg. Ao exame físico, Mateus apresenta frequência cardíaca de 150 bpm, frequência respiratória de 40 ipm, pressão arterial de 78/50 mmHg (média de 68 mmHg), peso atual de 8,5 kg, estado geral regular, comportamento alerta, porém irritado, choro sem lágrimas, olhos fundos, boca seca e pulsos periféricos cheios e normopalpáveis. Diante desse cenário, qual é a avaliação e a conduta mais adequada para Mateus?