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Paciente feminina,24 anos, é trazida ao serviço de emergência manifestando quadro neuropsiquiátrico subagudo caracterizado por alterações comportamentais proeminentes, disautonomia, movimentos involuntários paroxísticos e disfunção cognitiva flutuante. Apresenta instabilidade autonômica significativa (PA = 170/100mmHg, FC = 135bpm, temperatura = 38.5°C). A investigação evidencia: anticorpos anti-receptor NMDA positivos em título significativo (1:320) no líquor; eletroencefalograma demonstrando atividade delta rítmica organizada.
Considerando a gravidade desse quadro, a necessidade de múltiplas intervenções terapêuticas e a importância do estabelecimento de prioridades no manejo, a conduta mais apropriada é
Paciente feminina,42 anos, apresenta quadro depressivo com resistência a três ensaios terapêuticos adequados com antidepressivos de diferentes classes farmacológicas (venlafaxina 225mg/dia por 12 semanas; escitalopram 20mg/dia por 16 semanas; imipramina 250mg/dia por 12 semanas). Montgomery-Åsberg Depression Rating Scale (MADRS) = 35/60. Maudsley Staging Method for Treatment Resistant Depression indica resistência moderada-grave.
Considerando os mecanismos neurobiológicos da depressão resistente e as evidências meta-analíticas contemporâneas sobre intervenções terapêuticas, a abordagem mais adequada para essa paciente é
Paciente masculino,28 anos, doutorando em engenharia, busca atendimento por procrastinação grave com risco de desligamento do programa de Pós-Graduação. Menciona passar 6-8 horas diárias, alternando entre sites de apostas esportivas, conteúdo pornográfico e compras online, especialmente durante madrugadas. Acumulou dívidas significativas, prejudicou relacionamento estável e não consegue avançar na tese há 8 meses. Tentativas de controle são seguidas por períodos de intensificação do comportamento. Apresenta humor preservado, ausência de sintomas psicóticos e adequada capacidade intelectual.
Considerando a complexidade do quadro apresentado e a necessidade de intervenções em múltiplos níveis, a abordagem terapêutica inicial mais apropriada é
Em relação ao manejo da insônia crônica primária, é correto afirmar que
Paciente masculino,42 anos, professor universitário, apresenta quadro depressivo em remissão parcial após episódio grave. Mantém queixas significativas de disfunção executiva, documentadas em avaliação neuropsicológica: dificuldade no planejamento e organização de atividades, procrastinação frequente, prejuízo na gestão do tempo e falhas na implementação de rotinas saudáveis. Mantém capacidade intelectual preservada (WAIS-III: QI Total = 125), mas com comprometimento específico em testes de funções executivas (Wisconsin Card Sorting Test: percentil <10; Trail Making Test parte B: z-score -2.3). Demonstra insight e motivação para intervenções de reabilitação.
Considerando as evidências em reabilitação cognitiva e as estratégias de manejo de disfunção executiva, a abordagem terapêutica mais apropriada para esse paciente é