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Vasconcellos fala sobre planejamento e, nesse sentido, diz que: “Há, então, esta questão mais elementar hoje colocada, que é a valorização do planejamento, o estar mobilizado para fazê-lo, entendê-lo realmente como uma necessidade. Trata-se de um problema filosófico-axiológico, de posicionamento valorativo, de ver sentido, acreditar. O planejamento é político, é hora de tomada de decisões, de resgate dos princípios que embasam a prática pedagógica.


Mas para chegar a isso, é preciso atribuir-lhe valor, acreditar nele, sentir que planejar faz sentido, que é preciso.”


Para a efetivação disso, é preciso considerar as afirmativas abaixo:



I. Acreditar que o planejamento é uma necessidade do professor


II. Entender que são as ações que mudam a realidade.


III. Compreender que o professor, norteado pelo planejamento, age sobre si mesmo e sobre as condições reais de existência.


IV. Pensar que não é preciso direcionar a nossa ação pedagógica,



Está (estão) correta(s):

Sobre o planejamento educacional e escolar, considere as seguintes afirmativas:


1. Planejar a escola e a educação é uma ação intencional que mistura dimensões técnicas e políticas, pois o planejamento implica a necessidade de se tomarem determinados posicionamentos políticos e pedagógicos.

2. O planejamento escolar objetiva, de um lado, atender às diretrizes político-pedagógicas da administração dos sistemas de ensino e, de outro, fornecer condições para a superação da baixa qualidade organizacional das escolas.

3. A função do planejamento escolar é a de superação da divisão técnica do trabalho na escola, induzindo a coletividade a assumir conjuntamente as tarefas.

4. O trabalho educativo envolve relações subjetivas e complexas, razão pela qual o planejamento escolar requer domínio técnico-pedagógico especializado.


Assinale a alternativa correta.

Sabe-se que, no âmbito educacional, encontramos alguns níveis de planejamento. Logo, em relação ao Planejamento de Ensino, marque a alternativa correta:

O planejamento na educação escolar se dá em quatro níveis: o do sistema de ensino; o da escola; o curricular; o do ensino-aprendizagem. Como observa Vasconcellos (2002), esse último nível é o mais próximo da prática do professor e da sala de aula e diz respeito mais estritamente ao aspecto didático. Maulini e Wadfluh (In: Thurler e Maulini, 2012), observam que, em sistemas burocráticos, “a cadeia de prescrições fixa o saber a ensinar, os métodos e os manuais a utilizar, incumbe o professor de aplicá-las e a classe de acompanhar, como puder, o ritmo imposto”. Os autores situam, num polo oposto a esse, um sistema (denominado ad hoc ou adhocrático), no qual “as finalidades precedem as modalidades: os profissionais devem não só ‘cumprir o programa’, mas, sobretudo, ajustar suas intervenções para que cada aluno progrida em direção aos principais objetivos”. Há uma proximidade desse último sistema com a proposta de Vasconcellos em relação à elaboração do plano de ensino-aprendizagem, cuja finalidade, para esse autor, é

A pesquisa de Dirce Nei T. de Freitas (2007) esclarece a instituição da avaliação externa no Brasil. A autora analisa a avaliação educacional, seus fundamentos legais, suas ligações com o planejamento educacional e como foi construído o complexo sistema de regulação que ela nomeia “medida-avaliação-informação”. São estabelecidas relações entre essa construção e o contexto socioeconômico e político e também discutida a relação entre as avaliações externas e a melhoria da educação. Em relação a esse ponto, Freitas lembra Isa Locatelli, a qual, em publicação do INEP (2000), fez refletir que: caso a intenção fosse mesmo usar a avaliação externa para melhorar a educação, então se teria de trabalhar com essa avaliação dentro das escolas,