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A independência do Brasil, proclamada por D. Pedro I, representou uma ruptura completa com as estruturas sociais e econômicas do período colonial, inaugurando uma república democrática que imediatamente garantiu a igualdade jurídica a todos os cidadãos.
O processo de Independência do Brasil foi um movimento de ruptura radical com as estruturas socioeconômicas vigentes, resultando na imediata abolição da escravidão e na instauração de uma república federativa.
A Confederação do Equador (1824), movimento separatista e republicano ocorrido em Pernambuco, opunha-se exclusivamente à dissolução da Assembleia Constituinte por D. Pedro I, não apresentando críticas ao caráter centralizador da Constituição outorgada de 1824.
Segundo José Murilo de Carvalho, deve-se acrescentar o fato de que uma parte significativa da elite política era constituída de magistrados. Desse modo, a profissão contribuiu para aumentar os índices de homogeneidade da elite política, em termos de visão do mundo, interesses e objetivos a serem alcançados. A elite que assumiu o poder e foi, ao mesmo tempo, se construindo no Brasil pós-independência possuía características básicas de unidade ideológica e de treinamento que não estavam presentes nas elites de outros países. Apesar de não ser nada representativa do conjunto da população, teve condições de realizar uma política de construção de um Estado centralizado e conservador.
(Boris Fausto. História do Brasil, p.184. Adaptado)
No fragmento, Boris Fausto apresenta uma análise sobre

A Revolta de Carrancas e a Revolta dos Malês foram, respectivamente: