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Em uma reunião de equipe multidisciplinar de um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), uma gestora questiona o assistente social sobre a base legal que orienta suas intervenções e decisões profissionais. O assistente social explica que sua atuação é pautada em normas nacionais que regulam a profissão, princípios ético-políticos e resoluções que orientam o exercício profissional em diferentes contextos sociais, garantindo o respeito aos direitos humanos e à justiça social.

Nesse contexto, a atuação do assistente social no Brasil é regulamentada por:
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Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O posicionamento em favor da equidade e justiça social, que assegure universalidade de acesso aos bens e serviços relativos aos programas e políticas sociais, bem como sua gestão democrática é um princípio fundamental do Código.
( ) Constitui direito da/o assistente social o livre exercício das atividades inerentes à profissão.
( ) É direito da/o assistente social assumir responsabilidade por atividade para as quais não esteja capacitado/a pessoal e tecnicamente.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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De acordo com o referido Código, é INCORRETO afirmar que:
O Encontro Nacional organizado pelo Conjunto CFESS-CRESS (Conselho Federal de Serviço Social e os Conselhos Regionais de Serviço Social, respectivamente) é um importante espaço e momento da categoria profissional. Sobre esse Encontro, assinale a alternativa correta.
Matos (2015) descreve uma gama de iniciativas do Conjunto CFESS/CRESS sobre o fortalecimento, compreensão e socialização das atribuições privativas e competências profissionais do/a assistente social. Dentre elas, destaca-se a elaboração de documentos, denominados “subsídios para o trabalho profissional”, como as publicações dos Parâmetros de atuação na política de saúde; na política de assistência social; na educação; no espaço sociojurídico. Os documentos citados terminam por colaborar na ampliação do debate das competências e atribuições privativas da profissão, contestando uma ideia reproduzida no passado recente da categoria de “que assistentes sociais sabiam dizer o que não era sua competência, mas não sabiam informar quais eram” (p.693). Nessa lógica, essas produções propiciaram e representam