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Conforme Barroco (2009), a ética profissional é uma dimensão específica do Serviço Social, suas determinações são mediadas pelo conjunto de necessidades e possibilidades, de demandas e respostas que legitimam a profissão na divisão social do trabalho da sociedade capitalista, marcando a sua origem e a sua trajetória histórica.

São formas de objetivação da ética profissional, exceto: 
Bravo & Matos (2009) destacam, no texto “Projeto ÉticoPolítico do Serviço Social e sua relação com a Reforma Sanitária: elementos para o debate”, o debate sobre o controle social na saúde e levantam considerações sobre a concepção dos Conselhos pelos assistentes sociais a partir de uma pesquisa e apontam duas tendências identificadas como o otimismo utópico e o pessimismo realista. Essas tendências desdobram-se em duas sub-tendências, do conselho como 
Iamamoto (BRASIL, 2012, p. 44) afirma que o projeto ético-político profissional é “fruto do protagonismo social dos agentes profissionais, vem sendo construído historicamente no embate entre distintos projetos sociais que se refratam no interior da categoria, redundando em diferenciadas perspectivas de leitura do significado social do Serviço Social, que incidem na condução e operacionalização do trabalho quotidiano”. Segunda a autora, um dos maiores desafios para efetivação desse projeto é torná-lo 
Barroco &Terra (2012, p.90) apresentam no debate a respeito do compromisso ético-político com os usuários a seguinte situação hipotética: “A assistente social B atendeu uma usuária que solicitou ajuda de uma passagem de ônibus de São Paulo para São Luiz do Maranhão, para ver sua mãe que estava no hospital, em estado de coma. B deixou de fornecer o auxílio porque durante o atendimento notou que a usuária levava uma revista embaixo do braço e cigarros em seu bolso. B comentou com sua colega que o que mais a incomodou foi o fato da usuária gastar dinheiro com revistas e cigarros. A colega ainda argumentou que a revista poderia ser emprestada, e que o cigarro é uma escolha e uma dependência que não pode ser julgada dessa forma. Mas B estava irredutível: ‘Quem gasta dinheiro com bobagens e não tem força de vontade para largar o vício, não precisa de ajuda’”. Contrárias ao que o Código de Ética Profissional de 1993 prevê, essas situações demonstram que necessidades sociais são negadas em virtude de: 
No documento “Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Saúde” (BRASIL, 2010) destaca-se a relação entre o projeto ético-político e o de reforma sanitária. Os dois projetos são construídos