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Por ser atividade privativa prevista no art. 5.º da Lei nº 8.662/1993, a supervisão direta de estagiários de Serviço Social pode ser exercida por profissional de outra área que coordene tecnicamente a equipe escolar, desde que haja anuência da instituição de ensino.
Situação hipotética: durante atendimento escolar, uma adolescente relata fato cuja divulgação é necessária para protegê-la de grave ameaça. Assertiva: o Código de Ética admite a quebra do sigilo em situação grave, mas a revelação deve limitar-se ao estritamente necessário, inclusive quanto às pessoas que precisam receber a informação.
De acordo com o Código de Ética Profissional, a defesa intransigente dos direitos humanos e a recusa do arbítrio e do autoritarismo integram os princípios fundamentais que orientam o exercício profissional. 
Situação hipotética: uma escola exige que a assistente social realize psicoterapia com estudantes e emita diagnóstico clínico de transtornos mentais. Assertiva: nos termos do art. 4.º da Lei nº 8.662/1993, essas atividades integram as competências gerais do assistente social, desde que executadas em equipe multiprofissional.
Eurico (2018) afirma que o “racismo institucional se expressa no modo como as instituições estabelecem suas diretrizes gerais, as relações de poder, como são reproduzidas ações pragmáticas, sustentadas pelo mito da democracia racial, e as(os) profissionais precisam se apropriar do debate para que consigam fortalecer a resistência diante dessas estruturas de poder, inclusive no estabelecimento das relações interpessoais, que sofrem interferências institucionais, sendo que em várias situações a atitude individual extrapola os limites institucionais, desconsiderando princípios fundamentais baseados na ética e no respeito ao outro” (p.524). Para enfrentar o racismo institucional no cotidiano profissional, a autora assinala que é fundamental à/ao assistente social