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Sueli, 57 anos, encontra-se internada devido a um câncer de mama metastático diagnosticado há 10 anos. A paciente já passou por vários procedimentos ao longo desse tempo, como mastectomia bilateral, quimioterapia e radioterapia. Desde então, já teve boas fases nas quais pôde ter expectativas melhores e vivenciar bons momentos ao lado de seu marido e de seus dois filhos, de 19 e 21 anos. Na atual internação a paciente e sua família percebem a morte como próxima e inevitável, iniciando-se assim um processo de despedida e vivência de luto.

De acordo com as referências técnicas para atuação de psicólogas(os) nos serviços hospitalares do SUS, elaboradas pelo Conselho Federal de Psicologia (2019), no momento de iminência de morte, a(o) psicóloga(o) 
De acordo com as recomendações e orientações em saúde mental e atenção psicossocial na COVID-19, diante da identificação de indicadores que apontam para um risco moderado ou alto de autoextermínio, a atuação do psicólogo deve articular intervenções clínicas específicas com medidas institucionais de biossegurança.
Considerando as diretrizes de manejo e as ações emergenciais preconizadas no texto para mitigar esse risco no ambiente de internação, cabe ao profissional de Psicologia:
Moretto e Priszkulnik (2014), ao discutirem a prática da Psicanálise em extensão no contexto das Instituições de Saúde, propõem uma distinção teórica e clínica entre os conceitos de "entrada contratual" e "inserção" do profissional na equipe de assistência. A partir do dispositivo conceitual e do esquema analítico formulados pelas autoras, o processo que culmina na inserção propriamente dita do psicanalista em uma equipe de saúde é determinado pelo(a):
Uma criança de 8 anos, internada para tratamento de uma doença hematológica, há três semanas, é acompanhada por um psicólogo hospitalar. Nas reuniões clínicas da equipe de saúde, observa-se crescente tensão entre os profissionais: alguns consideram a mãe “excessivamente ansiosa e difícil”, enquanto outros percebem sofrimento emocional intenso e dificuldades para compreender sobre o tratamento. A equipe relata desgaste nas interações familiares e solicita que o psicólogo “converse com a mãe para ela parar de atrapalhar”.

Com base na literatura sobre a atuação do psicólogo hospitalar junto à equipe de saúde, a conduta adequada é
Atuando em um hospital geral, um psicólogo propõe encontros grupais com familiares de crianças internadas em uma enfermaria pediátrica de longa permanência. O espaço tem como objetivos esclarecer dúvidas frequentes sobre tratamento e rotina hospitalar, favorecer troca de experiências entre cuidadores e oferecer suporte diante das dificuldades emocionais associadas ao adoecimento infantil.

Em relação a essa modalidade de intervenção no contexto hospitalar, é correto afirmar que