Filtrar


Questões por página:
Em uma enfermaria oncológica pediátrica, um adolescente de 16 anos apresenta progressão irreversível da doença, refratária ao tratamento curativo. Embora a equipe médica reconheça a terminalidade, alguns profissionais evitam conversar diretamente sobre piora clínica, passam a reduzir o tempo das visitas ao quarto e frequentemente utilizam expressões vagas como “vamos continuar tentando”. A mãe insiste que o filho “não pode perder a esperança”, enquanto o adolescente passou a perguntar à psicóloga hospitalar se “as pessoas percebem quando não vai dar mais”. Em reunião interdisciplinar, parte da equipe defende evitar conversas sobre morte para “não destruir emocionalmente” o paciente e a família.

Com base na literatura sobre morte no contexto hospitalar, é correto afirmar que 
Uma psicóloga hospitalar acompanha uma criança de 7 anos internada, há duas semanas, para tratamento de uma doença crônica descompensada. A mãe permanece como acompanhante e demonstra intensa ansiedade, fazendo perguntas repetidas à equipe, chorando diante da criança e evitando permitir que ela participe de cuidados simples, como escolher a roupa ou colaborar na higiene. O pai visita pouco, refere sentir-se “inútil” no hospital e evita conversar sobre a doença com a filha. A equipe solicita orientação à psicóloga, pois percebe aumento da irritabilidade e maior resistência aos procedimentos por parte da criança.

Nessas circunstâncias, a conduta adequada da psicóloga é
Na diretoria de regulação de um hospital público, a implantação de um novo sistema elevou o retrabalho, surgiram queixas sobre chefia e cresceram afastamentos curtos. A direção pede uma palestra motivacional para recuperar o engajamento antes de qualquer levantamento.
Diante desse cenário, assinale a alternativa correta sobre a leitura inicial do caso.
No contexto de cuidados paliativos e terminalidade, o psicólogo frequentemente se depara com a "Conspiração do Silêncio", em que familiares solicitam que a equipe não comunique ao paciente a gravidade de seu quadro ou a proximidade da morte. Diante desse impasse ético e técnico, a intervenção psicológica deve pautar-se na compreensão de que
Visualizar Questão Comentada
A não adesão ao tratamento em doenças crônicas é um fenômeno multideterminado, fatores do paciente, da doença, do tratamento, do sistema de saúde. Contudo, a Psicologia Hospitalar destaca que a qualidade da interação profissional-paciente é um preditor central. Nesse contexto, constitui especificamente uma barreira relacional/comunicacional para a adesão, a
Visualizar Questão Comentada