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André, 22 anos de idade, procurou atendimento psiquiátrico por achar que tem TDAH. Durante a consulta, relata que tem percebido dificuldades crescentes na faculdade, incluindo desatenção nas aulas, e tendência à procrastinação. Relata, também, sensação constante de inquietude mental, dificuldade em organizar tarefas e compromissos mesmo com uso de aplicativos e listas. Nos últimos meses, tem se sentido mais ansioso e com mais dificuldade para finalizar tarefas e cumprir prazos. Refere uso de álcool e cocaína. Quando questionado sobre sua infância, conta que era levado, não gostava de estudar, dava trabalho para os professores e para sua mãe, que precisava acompanhar de perto os seus estudos. Apesar disso, era considerado “inteligente e criativo” e nunca foi reprovado. Considerando seus conhecimentos e o caso apresentado, assinale a alternativa correta. 
Qual informação sobre a etiologia do Transtorno Alimentar Restritivo / Evitativo (TARE) seria mais precisa para orientar uma família sobre os fatores que contribuem para o transtorno? 
Lucas, 12 anos de idade, é levado pelos pais à consulta com queixa de comportamentos repetitivos. Desde os 7 anos de idade, apresenta movimentos repetitivos como piscar os olhos, movimentos bruscos de cabeça e limpeza da garganta, os quais variam de intensidade e se agravam com estresse. Nos últimos dois anos, passou a apresentar comportamentos repetitivos mais complexos, como tocar superfícies em sequência e refazer movimentos corporais para que ambos os lados do corpo sintam a mesma coisa. Relata que precisa realizar essas ações para evitar que “algo ruim aconteça”, como um familiar adoecer. Atualmente, os comportamentos que faz para “evitar que algo ruim aconteça” se intensificaram e Lucas gasta um tempo significativo com rituais de simetria e verificação. Os sintomas têm causado sofrimento emocional e impacto no rendimento escolar. Considerando o caso descrito, assinale a alternativa que descreve o diagnóstico e a conduta de forma mais adequada.
Mariana, 17 anos de idade, está em tratamento há 6 meses, com diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), preenchendo 7 dos 9 critérios do DSM-5. Ela participa de um tratamento especializado em psicoterapia (Terapia Comportamental Dialética -DBT), porém com aderência irregular e baixo aproveitamento. A psicoterapeuta relata que Mariana apresenta extrema dificuldade em focar nas sessões, seguir as tarefas de casa e generalizar o uso das habilidades aprendidas, atribuindo o insucesso a uma “falta de atenção e organização que a impede de aprender”. A paciente tem histórico de longa data de dificuldades escolares, com múltiplos relatórios mencionando “desatenção e inquietude” desde a infância, e um diagnóstico prévio de Transtorno Oposição Desafiante (TOD). Não há uso de substâncias psicoativas ou sinais de mania e hipomania no histórico da paciente. Diante do impasse terapêutico, qual é o plano de manejo mais adequado para o caso? 
Sobre os transtornos de personalidade, assinale a alternativa correta.