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Paciente feminina, 55 anos, apresenta episódios recorrentes de vertigem intensa desencadeada por movimentos da cabeça, especialmente ao deitar-se ou virar na cama. Após avaliação clínica, o diagnóstico é vertigem posicional paroxística benigna (VPPB) do canal posterior. Ela relata que os sintomas têm prejudicado suas atividades diárias e qualidade de vida há cerca de 1 mês. O fisioterapeuta propõe manobras de reposicionamento canalicular para alívio imediato dos sintomas, juntamente com um programa de exercícios vestibulares para promover recuperação funcional a médio e longo prazo.

Considerando o caso clínico apresentado e as evidências científicas disponíveis, assinale a alternativa mais adequada para o manejo da paciente com VPPB:
Uma mulher de 49 anos relata episódios recorrentes de vertigem intensa com duração de 2 a 4 horas, acompanhados de zumbido e plenitude aural na orelha esquerda, além de hipoacusia flutuante. Os sintomas ocorrem há mais de 8 meses, com piora gradual. A função vestibular periférica está preservada entre as crises, sem nistagmo espontâneo. O quadro clínico é compatível com Doença de Ménière. Sabendo disso, assinale a alternativa correta: 
Com relação aos fatores intervenientes que podem influenciar nos resultados da Fisioterapia Vestibular, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa INCORRETA:
Qual é o principal objetivo da fisioterapia vestibular em pacientes com disfunções otoneurológicas?
Analise as asserções a seguir sobre a reabilitação da lesão medular espinhal como verdadeira (V) ou falsa (F) e assinale a alternativa correta. 

I. Manter o paciente no centro do processo de reabilitação, considerando suas necessidades e objetivos, é um componente fundamental do cuidado neurológico.
II. A reabilitação da lesão medular espinhal no contexto abordado se baseia primariamente no uso de técnicas passivas e na imposição de padrões de movimento pelo terapeuta, sem a necessidade de participação ativa do paciente.
III. A reabilitação neurológica de indivíduos com lesão medular espinhal deve adotar uma abordagem holística, considerando não apenas os déficits motores, mas também aspectos psicossociais e emocionais do paciente e sua família.
IV. Intervenções terapêuticas intensivas imediatamente após uma lesão medular espinhal aguda são sempre a abordagem ideal, garantindo a máxima neuroplasticidade e recuperação sem quaisquer riscos potenciais.