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Na década de 1920, o sociólogo húngaro Karl Mannheim (1893-1947) fez a distinção entre “ideologia” e “utopia”, em sua obra publicada em 1929, Ideologia e utopia. Mannheim afirmou que utopias seriam ideias, concepções ou teorias que aspiram à construção de outra realidade social. Acompanhando, de modo geral, o sentido empregado por Mannheim para ideologia, é correto afirmar que:
Na perspectiva marxista, o trabalho se institui da interação entre o indivíduo e a natureza, que preconiza uma relação dialética: a tese sendo a matéria/natureza, a antítese sendo o trabalho e a síntese é a sociedade. Desse modo, o trabalho opera como uma negação da natureza. Diante disto, é possível afirmar que:
Leia o seguinte trecho de Karl Marx:
“primeiramente, ser o trabalho externo ao trabalhador, não fazer parte de sua natureza, e, por conseguinte, ele não se realizar em seu trabalho, mas negar a si mesmo, ter um sentimento de sofrimento em vez de bem-estar, não desenvolver livremente suas energias mentais e físicas, mas ficar fisicamente exausto e mentalmente deprimido.” (MARX,2015, p.82).
Essa realidade de trabalho, para Marx, conduz inevitavelmente ao que ele denominou de
Na França, rompendo com a pretensão dos positivistas de excluir a psicologia do campo científico, desenvolveramse debates contravertidos sobre a natureza psicológica do fato social e também do lugar do contingente, do individual na explicação sociológica. Gabriel Tarde e Georg Simmel, cada um ao seu modo, foram os dois autores que melhor representaram estas ideias, ao afirmarem que:
Weber (1959, p.70) afirma que a intelectualização e racionalização “nos provam que não existe, em princípio, nenhum poder misterioso e imprevisível que interfira no curso da vida, em suma nós podemos controlar todas as coisas pela previsão. Mas isso equivale a desencantar o mundo”. Neste sentido, aponte abaixo o item correto.