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Leia o caso clínico a seguir.

Há mais de 15 dias, J., 53 anos, casado, residente na vila sossego, no município de Campo Lindo, queixa-se de falta de apetite, dificuldade para dormir, batedeira, fraqueza e cansaço ao fazer exercícios físicos e ao executar as atividades habituais do dia a dia. 

De acordo com os dados apresentados, para receber a assistência adequada, J. deve buscar, preferencialmente, atendimento próximo ao seu local de residência em

Vicentina, 24 anos, chega ao seu consultório visivelmente preocupada com episódios de tontura que a acometem há duas semanas. A jovem relata que a tontura surge subitamente ao movimentar a cabeça, descrevendo a sensação como uma rotação intensa e desagradável, que a impede de realizar as suas atividades habituais, incluindo o trabalho. Felizmente, a tontura é breve e desaparece em poucos minutos. Intrigado com o caso, o médico realiza o teste de Dix-Hallpike. Durante o exame, Vicentina apresenta nistagmo vertical com componente rotatório e relata piora da tontura.

Diante dos sintomas de Vicentina e dos achados do exame físico, qual a conduta mais adequada? 

Alberto, um homem em situação de rua que frequenta os arredores da sua Unidade Básica de Saúde (UBS), busca atendimento queixando-se de mal-estar. Durante a consulta, o médico identifica que a sua pressão arterial está alterada. Administra um anti-hipertensivo e o libera com um formulário de contrarreferência, para agendar uma consulta de acompanhamento na UBS. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde (PNAB) e essa situação, é CORRETO afirmar que
Francisco, 42 anos, agricultor, é admitido na UPA após ser encontrado inconsciente em seu local de trabalho. Apresentase com diaforese profusa, dispneia com sibilos audíveis, sialorreia, vômitos, diarreia, miose e tremores. A frequência cardíaca está bradicárdica. Considerando o contexto ocupacional e o quadro clínico apresentado, qual o diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial mais apropriada?

João, 34 anos, procura atendimento na UBS relatando que, há um mês, teve a sua primeira crise convulsiva, o que o levou a buscar ajuda em um hospital. Na época, exames clínicos e laboratoriais, além de uma tomografia de crânio, descartaram causas agudas para o episódio. Foi então iniciado o uso de valproato em baixa dose (10 mg/kg/dia). Desde então, João não apresentou novos sintomas, e, no momento, o seu exame físico é normal.

Considerando a situação clínica de João e os protocolos do Ministério da Saúde, qual a conduta mais adequada?