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O projeto político-pedagógico é um reconhecido documento para a construção da escola democrática e participativa. Resende (1998) afirma que “a escola contemporânea deve priorizar a competência para a autonomia de decisão, para a criatividade e para a responsabilidade coletiva e, principalmente, para o exercício do aprendizado do espaço coletivo”.
Nesse contexto, quais são dois de seus componentes inerentes, de acordo com a autora?
Artur está empenhado em refletir sobre sua prática docente e as competências necessárias a seu exercício profissional. Lendo a discussão de Rios (2001), deparou-se com a ideia do professor como um intelectual orgânico, que contribui para as transformações necessárias para a sociedade. Se quiser agir desse modo em sua prática político-moral, Artur necessariamente deve
“Em uma visão progressista, podem propiciar maior autorregulação institucional, em razão da exigência de prestação de contas de um serviço público à comunidade. [Também podem] representar uma ajuda à organização do trabalho na escola e nas salas de aula, gerando uma cultura da responsabilização na equipe escolar”.
Assinale a alternativa que completa corretamente esta reflexão de Libâneo, Oliveira e Toschi (2003).
Nilson José Machado (2011), em um dos capítulos de seu livro Matemática e língua materna: análise de uma impregnação mútua, caracteriza o conhecimento geométrico em quatro faces, não como as da Lua, que se sucedem linear e periodicamente, mas sim faces, como as de um tetraedro, cada uma em contato com todas as outras, configurando uma estrutura a partir da qual, de modo alegórico, podem-se apreender não apenas o significado e as funções do ensino de geometria, mas também a dinâmica dos processos cognitivos em geral. Essas faces são assim denominadas por Machado, como

Cecília Parra (1996), no capítulo intitulado Cálculo mental na escola primária, do livro Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas, apresenta algumas reflexões sobre as diferentes resoluções dos alunos para problemas.

Ela discute um problema semelhante ao que se segue:


Paulo ganhou 7 figurinhas. Agora tem 53 figurinhas.

Quantas figurinhas ele tinha antes?

Analise as quatro resoluções:


•  Resolução 1: A criança reconhece de imediato que o problema envolve uma subtração (53 – 7) e obtém a diferença por meio de cálculo mental ou escrito.

•  Resolução 2: A criança supõe o problema como se fosse uma adição em que não conhece uma das parcelas e busca completar a sentença ... + 7 = 53 (como se fosse uma equação), talvez por tentativa.

•  Resolução 3: A criança desconta 7 de 53, utilizando os dedos como auxílio; é como se mentalmente retirasse uma a uma as figurinhas que foram adicionadas para encontrar a situação inicial (abaixa um dedo e pensa 52, abaixa outro dedo e pensa 51, e assim por diante, até baixar sete dedos).

•  Resolução 4: A criança desenha 53 tracinhos, apaga ou risca 7 e faz a contagem dos restantes.


Analisando essas resoluções, segundo a perspectiva da autora, é correto concluir que