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A professora Célia M. Carolino Pires (2000), em sua obra Currículos de Matemática: da organização linear à ideia de rede, discute, entre outros temas, a Matemática Moderna, um movimento de reforma do ensino da matemática. Analise as quatro afirmações seguintes sobre essa reforma:


I. O Movimento da Matemática Moderna acabou se traduzindo bem mais um jargão impenetrável, por um excesso de simbolismos, por austeras abstrações do que uma pedagogia ativa e aberta, como se pretendia.

II. O Movimento da Matemática Moderna iniciou-se na França em meados da década de 1990 com a finalidade de colocar em prática os estudos e pesquisas sobre a Educação Matemática, enfatizando ainda mais o cotidiano na sala de aula.

III. O Movimento da Matemática Moderna enfatiza a necessidade de novas demandas no processo de ensino e aprendizagem da matemática, destacando, por exemplo, a estatística e as medidas, além da promoção da interdisciplinaridade, tão necessária ao mundo moderno.

IV. O Movimento da Matemática Moderna propõe um ensino fundamentado em grandes estruturas e na teoria dos conjuntos que organizam o conhecimento matemático contemporâneo e enfatiza, por exemplo, as estruturas algébricas e a topologia.


Em relação a esse movimento, na perspectiva da autora, as duas afirmativas corretas são apenas

Carolina, aluna do 6o ano de uma escola do Sistema Municipal de Ensino de Sorocaba, adoeceu e precisará ficar acamada por algum tempo. Seus pais consultaram a Deliberação CMESO no 01/2007 (Homologada pela Resolução SEDU/GS no 23/2007), que dispõe sobre o atendimento a alunos cujo estado de saúde recomende atividades especiais de aprendizagem e avaliação escolar, e constataram: “Art.1o A presente deliberação contempla quaisquer casos de alterações de saúde que comprometam a frequência de alunos às atividades escolares regulares ou que possam representar riscos à saúde no contato com os demais elementos da comunidade escolar”.
Em conformidade com o Art.2o dessa Deliberação, a quem caberá, à vista da documentação apresentada, deferir ou indeferir o requerimento, indicando no despacho, no caso do deferimento do processo, os procedimentos pedagógicos cabíveis e adequados à situação?
Fabrício, professor PEB II em uma escola pública municipal, inscreveu-se em um curso sobre Educação em Direitos Humanos. Nele, tomou conhecimento do documento “Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos” (Resolução no 1/2012, MEC/CNE) o qual dispõe, no Art.6o, que “A Educação em Direitos Humanos, de modo transversal, deverá ser considerada na construção dos Projetos Político-Pedagógicos (PPP); dos Regimentos Escolares; dos Planos de Desenvolvimento Institucionais (PDI); dos Programas Pedagógicos de Curso (PPC) das Instituições de Educação Superior; dos materiais didáticos e pedagógicos; do modelo de ensino, pesquisa e extensão; de gestão (…)”, e completa: bem como dos diferentes processos de
Ao abordar o motivo para se ensinar matemática, Pavanello e Nogueira, no artigo intitulado Avaliação em Matemática: algumas considerações citam Santaló, que aborda a questão da Matemática para não matemáticos, no capítulo 1 do livro Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas, de Parra e Saiz.
Para Santaló, o sentido da matemática está em
(...) Os currículos são responsáveis, em grande parte, pela formação e pelo conceito de História de todos os cidadãos alfabetizados, estabelecendo em cooperação com a mídia, a existência de um discurso histórico dominante, que formará a consciência e a memória coletiva da sociedade.
[Katia Abud. Currículos de História e Políticas públicas: os programas de História do Brasil na escola secundária. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998]


O excerto faz menção ao currículo entendido como um