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Para Gadotti (1998), “A educação que copia modelos, que deseja reproduzir modelos, não deixa de ser uma práxis, só que se limita a uma práxis reiterativa, imitativa, burocratizada.”
Compreendendo práxis enquanto ação transformadora, o autor propõe uma pedagogia da práxis que:
“Etimologicamente, supervisão significa ‘visão sobre’, e da sua origem traz o viés da administração, que a faz ser entendida como gerência para controlar o executado. Dessa forma, quando transposta para a educação, passou a ser exercida como função de controle no processo educacional.” (FERREIRA,2008, pág.238).
Porém, outra perspectiva de supervisão vem tomando vulto. Celso Vasconcellos afirma que “Ser supervisor não é fiscal de professor, não é dedo-duro [...] não é pombo-correio [...] não é coringa/tarefeiro/quebra-galho/salva-vidas[...] não é tapa buraco, não é burocrata[...] não é de gabinete, não é dicário [...] não é generalista que entende quase nada de quase tudo.” (VASCONCELLOS,2006, p.86.).
Nessa perspectiva, o trabalho do supervisor sofre uma ressignificação, cujo princípio norteador deve ser:
I. uma tarefa baseada na participação, na cooperação, na integração e na flexibilidade.
II. um trabalho que requer, para ser bem sucedido, o estabelecimento de uma sólida parceria com a equipe escolar, com espaços de interlocução garantidos na e pela escola.
III. uma prática que não pode ser aprisionada em objetivos claramente especificados, uma vez que depende do contexto de cada escola.
IV. uma atividade política, vinculada diretamente às esferas administrativas de poder, resultando daí seu caráter persuasivo, burocrático, cujo compromisso está em cumprir as diretrizes da SEE.
V. uma ação que envolve constante avaliação crítica acerca do próprio desempenho na escola, além de aperfeiçoamento profissional e pessoal.
Espera-se do supervisor escolar APENAS as propostas apresentadas em